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Divisor (1968) é obra constituída por um pano branco de 30 metros de comprimento com diversos rasgos por onde se passa a cabeça; o pano virava então um ser de centenas de cabeças, um coletivo, caminhando pelas ruas do Rio de Janeiro.
(Barcinski, Sobre a arte brasileira da Pré-História aos anos 1960,2015. Adaptado)
Divisor (1968) é obra de
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Nova Objetividade Brasileira marca ainda a apresentação da obra de Hélio Oiticica, cujo título seria meses depois apropriado por Caetano Veloso como título de uma canção. A obra era um labirinto com dois penetráveis, Imagético e A pureza é um mito, com o qual Oiticica quis criar uma imagem multissensorial do Brasil, na qual não só elementos visuais surgissem, mas também o tato, a movimentação do corpo pelos espaços que circundavam os dois penetráveis, os sons das araras, as texturas de tecidos e plantas que integram a obra. Oiticica procurou com a obra descondicionar o imaginário.
(Barcinski, Sobre a arte brasileira da Pré-História aos anos 1960,2015. Adaptado)
A obra de Hélio Oiticica descrita é
Rodar muito. Saias muito rodadas estabelecem diálogos coreográficos com os tambores, fazendo circular a dança por meio da umbigada. É a dança de base devocional a São Benedito e integrada aos terreiros mina, mina-jeje, e a dança dos mitos encantados, como os caboclos e voduns, que fazem do Maranhão um dos mais fantásticos lugares de uma rica experiência afrodescendente. Dançar essa dança é também pagamento de promessa, celebração, festa, muitas festas. É dança feminina, enquanto a música instrumental é exclusiva do mundo masculino.
(Sabino & Lody, Danças de matriz africana: antropologia do movimento,2011. Adaptado)
O descritivo aponta para a prática
A rainha é a figura de mando, personagem mais importante do cortejo. A calunga é a relação mais duradoura e fundamental com a África, aqui vista nas particularidades de cada nação. É uma escultura antropomorfa de madeira, geralmente uma boneca especialmente entalhada, pintada de preto, vestida com roupas e utilizando adereços de metal, madeira e outros materiais. A calunga representa um orixá. Por isso, é ritualmente guardada por todo o ano e, no período próximo ao Carnaval, passa por sacralizações antes de ser vista publicamente. Quem desfila portando a calunga é um personagem chamado dama do passo, que tem destaque especial no cortejo. Alguns grupos têm mais de uma calunga e cada uma delas recebe nome próprio.
(Sabino & Lody, Danças de matriz africana: antropologia do movimento,2011. Adaptado)
O excerto apresenta uma prática que se desenvolve no âmbito da dança e festejos