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Após ter ficado preso em um elevador, um homem de 30 anos desenvolveu temor intenso e, desde então, tem evitado sistematicamente sua utilização, passando a subir vários andares pelas escadas. Reconhece que seu medo é excessivo, mas não consegue enfrentá-lo. Não apresenta outras comorbidades psiquiátricas. Com base no manejo recomendado para esta condição, qual é o padrão-ouro do tratamento?
A hipótese de que disfunções em um certo sistema de neurotransmissão estejam relacionadas à fisiopatologia da esquizofrenia foi formulada a partir da observação de que fármacos como a cetamina, ao antagonizarem determinados receptores envolvidos em aprendizado e memória, podem induzir estados psicóticos, déficits cognitivos e comportamentos que se assemelham a quadros de esquizofrenia. Qual é essa hipótese?
Um homem de 22 anos, há vários meses vem presentando conduta isolacionista, descuido com a higiene pessoal, tem dito que entidades espirituais controlam seus pensamentos e que programas de televisão transmitem mensagens direcionadas a ele. Abandonou a faculdade que vinha cursando. Ao exame mental, detecta-se embotamento afetivo, discurso empobrecido, delírios de influência e prejuízo global do funcionamento. Não usa substâncias psicoativas e não há história de doença clínica associada. Quanto ao uso de medicamentos o que é correto nestes casos?
A escola identificou múltiplos cortes superficiais recentes nos antebraços de uma adolescente de 16 anos. Levada a uma consulta a jovem fala que se machuca quando se sente muito “preocupada, com a cabeça cheia” referindo alívio temporário após os episódios. Nega intenção de morrer, mas relata tristeza, irritabilidade, dificuldade de concentração e para dormir. Não há sintomas psicóticos ou uso de substâncias. O desenvolvimento infantil ocorreu dento dos parâmetros esperados. Qual a indicação psicofarmacológica inicial mais adequada para o caso?
Há cerca de seis meses uma adolescente de 14 anos vem apresentando isolamento progressivo, dificuldade de concentração com queda importante no rendimento escolar e perda de interesse por atividades que antes lhe davam prazer. Dorme grande parte do dia, queixa-se de fadiga e diz sentir-se “inútil”. Recentemente verbalizou pensamento de que “seria melhor não existir”, mas não tem plano estruturado de suicídio. Não há história prévia de episódios semelhantes, uso de substâncias ou sintomas psicóticos. O desenvolvimento infantil foi típico. Qual a indicação psicofarmacológica inicial para o caso?