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As políticas públicas de saúde no Brasil, especialmente as voltadas para alta complexidade, são planejadas com base na regionalização e nas necessidades da população adscrita, podendo ser direcionadas pelo tipo de problema de saúde, como doenças crônicas ou cardiovasculares, ou por áreas de atenção específicas, como saúde da mulher ou do idoso.
A Política Nacional de Humanização (PNH), instituída em 2003, tem como um de seus princípios a transversalidade, buscando articular ações para garantir a atenção integral e resolutiva, alinhada aos princípios doutrinários do SUS, como universalidade, equidade e integralidade, e promovendo o protagonismo de usuários e trabalhadores nas decisões.
No acompanhamento gestacional, a estratificação de risco é um processo dinâmico que visa identificar precocemente as gestantes com maior probabilidade de apresentar intercorrências, permitindo a adequação da assistência e a alocação de recursos de forma mais eficiente, com intervenções específicas para cada nível de risco identificado.
O Sistema Único de Saúde (SUS), fundamentado em princípios constitucionais como a universalidade, equidade e integralidade, organiza-se de forma descentralizada e hierarquizada, com diretrizes que visam garantir o acesso a todos os níveis de atenção, desde a atenção primária até a alta complexidade, assegurando a participação da comunidade na gestão.
A semiologia e a propedêutica em enfermagem, ao guiarem o exame físico por sistemas, permitem a coleta sistemática de dados objetivos e subjetivos sobre o estado de saúde do indivíduo, possibilitando a identificação de alterações e a formulação de diagnósticos de enfermagem precisos para o planejamento do cuidado.