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Uma paciente idosa, com histórico de hipertensão e diabetes, é admitida na unidade de clínica médica apresentando queixas de tontura e palpitações. A equipe de enfermagem precisa monitorar seus sinais vitais de forma contínua para avaliar a resposta às intervenções e detectar precocemente qualquer complicação. Considerando as diretrizes atuais para a aferição da pressão arterial, assinale a alternativa que apresenta a classificação correta para uma leitura de 135/85 mmHg.
Durante a admissão de um paciente na unidade de terapia intensiva (UTI), o enfermeiro realiza a coleta de diversos dados para a construção do plano de cuidados. Entre esses dados, a mensuração dos sinais vitais é crucial para a avaliação inicial e o monitoramento contínuo. Ao aferir a pressão arterial de um homem de 65 anos, obeso e com histórico de tabagismo, o aparelho indicou 165/105 mmHg. Essa leitura é classificada como:
A equipe de enfermagem em uma unidade de emergência atende um paciente com queixa de dor torácica intensa e sudorese fria. Além da avaliação do eletrocardiograma e da administração de medicações, o monitoramento rigoroso dos sinais vitais é essencial. Ao verificar a pressão arterial, o aparelho registra 185/115 mmHg. Essa classificação representa um quadro de:
Um paciente adulto, previamente hígido, comparece à unidade básica de saúde para um check-up de rotina. Ao aferir sua pressão arterial, o enfermeiro obtém os seguintes resultados: 118/78 mmHg. De acordo com as diretrizes atuais da Sociedade Brasileira de Cardiologia, essa leitura deve ser classificada como:
Um enfermeiro está avaliando um paciente que se recupera de uma cirurgia cardíaca. O monitor multiparamétrico exibe uma frequência cardíaca de 55 batimentos por minuto e uma pressão arterial de 90/60 mmHg. Embora a frequência cardíaca esteja abaixo do esperado, a pressão arterial, considerando o contexto pós-operatório e a presença de bradicardia, pode ser considerada: