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Em outubro, o apresentador do Jornal Hoje, da Rede Globo, começou a edição da seguinte maneira:

"Olá. Boa tarde. A Polícia Federal prende mais de cinquenta suspeitos envolvidos em crimes de abuso sexual de crianças e adolescentes aqui no Brasil.
A Secretaria de Saúde de Porto Alegre confirma o primeiro caso de intoxicação por metanol no Rio Grande do Sul. A polícia de São Paulo indica que o metanol foi adicionado nas garrafas e não veio da destilação da bebida.
Em Minas, entra no quarto dia o combate ao incêndio em São José entre as cidades históricas de São João del Rey e Tiradentes. O governo anuncia que todas as favelas do país têm agora pelo menos um CEP.
Veja também, o grupo terrorista Hamas afirma que entregou uma lista de prisioneiros palestinos que seriam trocados por reféns israelenses nas negociações pela paz.
E três cientistas ganham o Nobel de Química por trabalhos que ajudam a conter o aquecimento global.
O Jornal Hoje está começando”.
Esse recurso de informar ao telespectador quais serão as principais notícias da edição é conhecido no telejornalismo como
Ao estudar as transformações do texto jornalístico nos anos 1950, Ribeiro (2000) trata de “um acréscimo brasileiro à técnica norte-americana de abertura de texto. Consistia no segundo parágrafo da notícia, que ou desenvolvia fatos mencionados no primeiro ou agrupava outros cuja importância inferior àqueles”.
A autora trata do
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O papel couché é bastante utilizado na indústria gráfica, sendo indicado para diversos tipos de impressos, a exceção de um. Assinale-o.
Na “Classificação Marques de Melo”, que se fundamenta “em observações empíricas do jornalismo brasileiro no quinquênio 2002-2007” (MELO,2009), o autor propõe cinco gêneros: 1. Informativo; 2. Opinativo; 3. Diversional; 4. Utilitário e 5. Interpretativo, que abarcam respectivamente os seguintes formatos:
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Leia o trecho da matéria publicada no site da Amazônia Real

“+Admirados Jornalistas Brasileiros premia Kátia Brasil e Lúcio Flávio Pinto

Por Nicoly Ambrosio Publicado em: 01/10/2025 às 12:26
Manaus (AM) – A jornalista Kátia Brasil, cofundadora e editora executiva da Amazônia Real, foi vencedora do primeiro lugar no Prêmio +Admirada Jornalista Brasileira na categoria Região Norte e o jornalista e colunista da agência, Lúcio Flávio Pinto, recebeu o título de Hors Concours do Jornalismo Brasileiro. O anúncio foi feito na cerimônia de comemoração do aniversário de 30 anos do Jornalistas & Cia, empresa organizadora da premiação, que reuniu mais de 400 pessoas, entre jornalistas, profissionais da comunicação e de empresas, na noite de segunda-feira (29/9), em São Paulo. O jornalista Caco Barcellos, da Rede Globo, foi eleito o +Admirado Jornalista Brasileiro de 2025.
Com 35 anos de profissão, Kátia Brasil iniciou sua carreira como estagiária na rádio Tupi e fundou o jornal Folha de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Em 1990 mudou-se para a Amazônia, onde passou pelas redações dos jornais A Gazeta de Roraima, Amazonas Em Tempo, emissoras de TVs Educativa e Cultura. Em 1997, passou a ser repórter-correspondente de grandes jornais no Norte, entre eles o Globo, Estadão e a Folha de S. Paulo. Em 2013, fundou junto com Elaíze Farias a agência Amazônia Real, a primeira mídia independente e investigativa dirigida por mulheres no Norte do Brasil.
Kátia Brasil, que recebeu a premiação da +Admirada Jornalista do Norte, eleita por votação dos colegas de todo o país, das mãos do correspondente da empresa Jornalistas & Cia no Amazonas, Chris Reis. A editora executiva da Amazônia Real também figurou no prêmio TOP 100 +Admirados Jornalistas da Imprensa Brasileira em 2025 em reconhecimento à sua trajetória no jornalismo investigativo e independente, com foco nas pautas sobre meio ambiente, povos tradicionais e nos direitos humanos na Amazônia. (...)”

De acordo com a classificação proposta pelo professor Marques de Melo, a matéria acima integra o gênero