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A reportagem “Preço do carro pode subir 4,5% com novo IPI”, publicada na Revista Exame no dia 01/01/2015, apresenta o seguinte trecho:

“A indústria deve repassar o aumento do imposto para os preços, mas oficialmente a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) afirma que a decisão é individual - cada empresa vai definir quando e quanto do aumento do IPI repassará aos preços finais dos veículos.”

(http://exame.abril.com.br/economia/noticias/preco-do-carro-pode-subir-4-5-com- novo-ipi, acessado em 24/01/2015.)

Considerando a mudança do IPI destacada no trecho da reportagem, o repasse do aumento desse imposto para o preço final pago pelo consumidor será maior

Suponha que existam 3 tipos de governo: A, B e C. O governo A prioriza a qualidade na oferta de bens públicos para a população. Por sua vez, o governo B prioriza reformas tributárias que visem à redução do índice de Gini dos rendimentos da população. Por fim, o governo C lança mão de uma política econômica que estimule a geração de empregos, mas, ao mesmo tempo, mantenha os preços estáveis. Logo, os governos A, B e C exercem, respectivamente, funções
Os gastos sociais do governo brasileiro, como percentual do PIB, têm sido elevados, embora muitos considerem os resultados, em termos de melhora da distribuição de renda, insatisfatórios. Várias causas podem ser citadas para explicar tal fato, dentre as quais NÃO se encontra a(o)
O crescimento econômico de um país, no sentido do aumento do PIB real per capita, normalmente reduz a pobreza (aumentando a renda média dos pobres). Mas, muitas vezes, piora a distribuição de renda, pois a renda média dos pobres aumenta menos que a renda média total. No entanto, segundo estudiosos do assunto, em alguns países asiáticos de alto crescimento não aconteceu esta piora na distribuição de renda porque
Um aspecto importante da regulação prudencial dos bancos, consagrado no Acordo de Basileia, de 1988, é