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A origem da vida na Terra ainda é um dos temas mais intrigantes da ciência moderna, sendo objeto de diversas hipóteses que procuram esclarecer os mecanismos iniciais responsáveis pelo surgimento dos primeiros processos metabólicos nos organismos primitivos. Diferentes abordagens teóricas, como a hipótese autotrófica e a heterotrófica, propõem cenários distintos sobre como a vida poderia ter se originado e evoluído nas condições extremas e primitivas do nosso planeta. Considerando essas duas hipóteses, é correto afirmar que:
Durante uma aula prática sobre processos bioenergéticos, a professora Mariana propôs aos estudantes duas atividades distintas: uma para investigar a fotossíntese e outra para analisar a respiração celular. As propostas eram as seguintes:

Atividade 1:

Os estudantes deveriam cultivar plantas aquáticas (Elodea sp.) em dois frascos transparentes contendo água destilada. Um dos frascos seria exposto à luz solar direta, enquanto o outro ficaria em ambiente escuro. Após 24 horas, os estudantes mediriam a quantidade de bolhas liberadas em ambos os frascos, relacionando os dados obtidos com a produção de oxigênio pela planta.

Atividade 2:
Os estudantes montariam um experimento para analisar a liberação de CO2 em sementes de feijão em germinação, utilizando um sistema fechado com água de cal (indicador de CO2). Eles deveriam observar a turbidez da solução após 48 horas e relacionar esse fenômeno à respiração celular.

Com base nas atividades propostas, assinale a alternativa que avalia o propósito didático e a fundamentação científica das experiências:
Durante uma expedição científica ao Cerrado brasileiro, um grupo de biólogos observou diversas adaptações estruturais e fisiológicas em plantas da região, que permitem sua sobrevivência em solos ácidos, pobres em nutrientes e com baixa retenção de água. Assinale a alternativa que descreve corretamente uma dessas adaptações e a vantagem que ela confere às plantas desse ambiente.
Alguns estudantes do Ensino Fundamental comentaram com o professor, em sala de aula, sobre uma notícia que tinham visto nos telejornais no dia anterior: o ataque fatal de uma onçapintada a um caseiro no Pantanal. O professor aproveitou o comentário dos estudantes para propor uma atividade didática sobre dinâmicas ecológicas no Pantanal. Os estudantes deveriam simular, com recursos visuais (massinhas, bonecos ou desenhos), uma teia alimentar envolvendo cinco espécies locais: onça-pintada, jacaré, capivara, cateto e peixes e, baseados nessa teia alimentar, e considerando o impacto da ação de pescadores nas populações locais de peixes, deveriam elaborar uma hipótese para o aumento de ataques ao ser humano em cenários de diminuição das presas naturais.

Essa atividade proposta pelo professor deve:
Durante uma aula sobre fotossíntese, a professora Júlia pediu aos estudantes que explicassem o processo, destacando as diferenças entre a fase clara e a fase escura, os elementos produzidos e consumidos em cada etapa e as organelas envolvidas. Os três estudantes apresentaram as seguintes respostas:
Estudante A: "A fase clara ocorre nos tilacoides do cloroplasto e depende da luz para converter energia solar em ATP e NADPH, liberando oxigênio como subproduto. Já a fase escura acontece no estroma e utiliza ATP, NADPH e CO2 para formar glicose."
Estudante B: "A fase clara consome gás carbônico e água para produzir glicose e oxigênio, enquanto a fase escura usa a energia da luz para fixar o carbono no ciclo de Calvin."
Estudante C: "Os tilacoides do cloroplasto são responsáveis pela fase clara, em que ocorre a fotólise da água, liberando elétrons e prótons. O estroma é o local da fase escura, em que o ATP e o NADPH gerados anteriormente são usados para sintetizar carboidratos."

Considerando as respostas dos estudantes, pode-se afirmar que: