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No Brasil, seguindo a tendência europeia, o conceito de patrimônio cultural começa a ser modelado tendo em vista os embates intelectuais em torno dos significados de nação.

Sobre a relação história/memória, nação e patrimônio, no Brasil, marque V para as afirmativas VERDADEIRAS e F para as FALSAS.

( ) Nos primórdios das política de preservação do patrimônio no Brasil, o excepcional valor era atribuído primordialmente às heranças do colonizador europeu.

( ) Os intelectuais brasileiros dos anos de 1920 travaram fortes embates em torno da definição do que seria valorado como patrimônio cultural, desenvolvendo com isso formações discursivas em torno da identidade da nação.

( ) Nas suas origens, a institucionalização do patrimônio, no Brasil, levou em consideração as diferentes heranças presentes no território nacional, buscando reforçar sua diversidade cultural e étnica.

( ) A valorização do patrimônio de “pedra e cal” foi uma das marcas das primeiras políticas de preservação do patrimônio nacional.

( ) Expressando a coesão nacional, as políticas de patrimônio no Brasil surgem livres de embates, uma vez que a atribuição de excepcional valor a determinado bem feita por especialistas (discurso competente) é a única que deve ser considerada.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo:

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Procurando apreender as mudanças de conceituação que envolvem o termo “patrimônio”, podemos afirmar que este surge intimamente relacionado ao surgimento do estado-nação.

Diante do contexto do surgimento do estado-nação e das políticas públicas de patrimônio, assinale a afirmativa em que o conceito de patrimônio encontra-se corretamente definido:

Quanto ao conceito de tempo e à percepção temporal, é CORRETO afirmar que:

O crescimento da ultradireita em países da Europa Ocidental, acompanhado de certo desprestígio pela democracia, ainda latente na América Latina, justificariam, segundo o historiador argentino Gonzalo Amézola, a inserção das temáticas da História do Tempo Presente nos currículos escolares. Contudo, algumas dificuldades com relação à sua presença nas salas de aula também podem ser identificadas, de acordo com o mesmo autor (PORTO JR.,2007, p.146-150).

Assinale a alternativa que aborda CORRETAMENTE um problema a ser considerado quando se fala no ensino da História do Tempo Presente na Educação Básica:

Ao defender o ensino escolar da história do tempo presente, exemplificando com o caso argentino, o historiador Gonzalo de Amézola argumenta que “o currículo não é mera decisão de questões técnicas, mas permite distinguir lutas sociais e políticas no âmbito da prioridade da escola” (PORTO JR.,2007, p.151). Nesse sentido, sobre a necessidade de inserir o debate sobre temáticas do passado recente na escola, todas as afirmativas abaixo são falsas, EXCETO: