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Disciplina:
História
“Cada vila tinha seu próprio conselho, ou cabildo, uma corporação que regulava a vida dos habitantes e fiscalizava as propriedades públicas – as terras comunais, florestas e pastagens e as galerias de rua com suas tendas de comércio – de onde derivava grande parte de sua renda”.
ELLIOT, J. H. A Espanha e a América nos séculos VXVI e XVII. IN: BETHEL, Leslie (org.). História da América Latina: América Latina Colonial, volume I. Trad. Maria Claro Cescato.2. ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo; Brasília, DF: Fundação Alexandre de Gusmão, 2004, p.295.
Sobre os cabildos em particular e o sistema colonial espanhol em geral, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Tanto a composição como os poderes dos cabildos eram suficientemente estáveis para perdurar durante os séculos de dominação espanhola nas américas. ( ) Os cabildos foram se tornando verdadeiras oligarquias estruturadas pelos cidadãos mais abastados que não raro se autoperpetuavam. ( ) Mais que uma instituição de autogoverno local, os cabildos eram também uma corporação em que travavam disputas as principais famílias locais. ( ) Ainda que locais, cabildos faziam parte de uma estrutura maior de autoridade, que se estendia às audiências, aos governadores e aos vice-reis.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
ELLIOT, J. H. A Espanha e a América nos séculos VXVI e XVII. IN: BETHEL, Leslie (org.). História da América Latina: América Latina Colonial, volume I. Trad. Maria Claro Cescato.2. ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo; Brasília, DF: Fundação Alexandre de Gusmão, 2004, p.295.
Sobre os cabildos em particular e o sistema colonial espanhol em geral, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Tanto a composição como os poderes dos cabildos eram suficientemente estáveis para perdurar durante os séculos de dominação espanhola nas américas. ( ) Os cabildos foram se tornando verdadeiras oligarquias estruturadas pelos cidadãos mais abastados que não raro se autoperpetuavam. ( ) Mais que uma instituição de autogoverno local, os cabildos eram também uma corporação em que travavam disputas as principais famílias locais. ( ) Ainda que locais, cabildos faziam parte de uma estrutura maior de autoridade, que se estendia às audiências, aos governadores e aos vice-reis.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Disciplina:
História
“Em 1492, os europeus entraram em contato com um continente até então inesperado e não imaginado. Quando Cortés, em 1519, entrou em Tenochtitlán, e Pizarro, em 1534, em Cusco, já tinham alguma experiência com os países que conquistaram. Apesar disso, repetiram-se aí as emoções da completa novidade em seu encontro com os mundos dos asteca e inca”.
ZUIDEMA, R. Tom. O encontro dos calendários andino e espanhol. IN: BONILLA, Heraclio (org.). Os conquistados: 1492, e a população indígena das Américas. São Paulo: Hucitec,2006, p.285.
O encontro entre Pizarro e o imperador inca Atahualpa em 1532 é frequentemente retratado como um dramático momento de encontro entre civilizações. Sobre este encontro e o contexto histórico que lhe é correlato, analise as afirmativas abaixo.
I. Atahualpa era, à época do encontro com Pizarro, o monarca absoluto daquele que era o maior e mais adiantado estado do Novo Mundo, o império Inca.
II. Pizarro, representando o rei Carlos I da Espanha, trazia consigo vantagens militares para as quais os incas não estavam preparados, como armas de aço e armaduras.
III. O fato do encontro entre Pizarro e Atahualpa ter ocorrido logo após a chegada de Cristóvão Colombo no continente explica os motivos pelos quais as doenças endêmicas não terem um papel importante na vitória de Pizarro sobre Atahualpa.
IV. O encontro entre Pizarro e Atahualpa foi possível pelo desenvolvimento da tecnologia marítima europeia, catalisadora das grandes navegações.
Estão corretas as afirmativas:
ZUIDEMA, R. Tom. O encontro dos calendários andino e espanhol. IN: BONILLA, Heraclio (org.). Os conquistados: 1492, e a população indígena das Américas. São Paulo: Hucitec,2006, p.285.
O encontro entre Pizarro e o imperador inca Atahualpa em 1532 é frequentemente retratado como um dramático momento de encontro entre civilizações. Sobre este encontro e o contexto histórico que lhe é correlato, analise as afirmativas abaixo.
I. Atahualpa era, à época do encontro com Pizarro, o monarca absoluto daquele que era o maior e mais adiantado estado do Novo Mundo, o império Inca.
II. Pizarro, representando o rei Carlos I da Espanha, trazia consigo vantagens militares para as quais os incas não estavam preparados, como armas de aço e armaduras.
III. O fato do encontro entre Pizarro e Atahualpa ter ocorrido logo após a chegada de Cristóvão Colombo no continente explica os motivos pelos quais as doenças endêmicas não terem um papel importante na vitória de Pizarro sobre Atahualpa.
IV. O encontro entre Pizarro e Atahualpa foi possível pelo desenvolvimento da tecnologia marítima europeia, catalisadora das grandes navegações.
Estão corretas as afirmativas:
Disciplina:
História
“A indispensável participação do indígena na empresa exploradora do pau-brasil fez com que se apresentasse, já de início, uma primeira amostra e como que modelo em miniatura do padrão da futura organização das relações de produção e da estrutura socioeconômica básica da sociedade brasileira”.
PRADO JÚNIOR, Caio. História e desenvolvimento: a contribuição da historiografia para a teoria e prática do desenvolvimento brasileiro. São Paulo: Brasiliense,1999, p.46.
Sobre o contexto histórico a que o excerto faz referência, assinale a alternativa que apresenta o “modelo do padrão da futura organização” da estrutura socioeconômica brasileira a que Caio Prado Júnior faz referência.
PRADO JÚNIOR, Caio. História e desenvolvimento: a contribuição da historiografia para a teoria e prática do desenvolvimento brasileiro. São Paulo: Brasiliense,1999, p.46.
Sobre o contexto histórico a que o excerto faz referência, assinale a alternativa que apresenta o “modelo do padrão da futura organização” da estrutura socioeconômica brasileira a que Caio Prado Júnior faz referência.
Disciplina:
História
“No século XIX, a abordagem europeia à história asiática tornou-se cada vez mais dominada pelos sentimentos de superioridade europeia e por uma convicção do atraso asiático. Isso, no entanto, foi apenas um fenômeno bastante recente, pois os historiadores europeus tradicionalmente demonstraram um grande respeito pelas antigas civilizações da Ásia. Foi muito diferente da atitude europeia para com a África, que foi sempre considerada um continente a-histórico e o povo africano um povo sem civilização e, por isso, sem história”.
WESSELING, Henk. História de além-mar. IN: BURKE, Peter (org.). A escrita da história: novas perspectivas. Trad. Magda Lopes. São Paulo: Editora Unesp,2011, p.99-133, p.111.
A respeito da escrita da história e a história africana, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) A ampliação da escrita sobre a história do continente africano insere-se no quadro da nova história social e econômica nas décadas de 1920 e 1930.
( ) Dentre os acontecimentos que favoreceram a ampliação da escrita e do debate sobre a história africana, pode-se mencionar a fundação do The Journal of African History.
( ) Uma peculiaridade no caso da história africana é a necessidade de o(a) historiador(a) depender de fontes exógenas, já que há menos material escrito pelos próprios africanos do que os europeus. Dessa forma, documentos produzidos por viajantes gregos, romanos e árabes, comerciantes ou administradores europeus podem ser utilizados como fonte potencial de compreensão da história do continente.
( ) Embora promissoras, a promoção de novas fontes para a história africana a partir da história oral não se adequa de forma producente na escrita da história.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
WESSELING, Henk. História de além-mar. IN: BURKE, Peter (org.). A escrita da história: novas perspectivas. Trad. Magda Lopes. São Paulo: Editora Unesp,2011, p.99-133, p.111.
A respeito da escrita da história e a história africana, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) A ampliação da escrita sobre a história do continente africano insere-se no quadro da nova história social e econômica nas décadas de 1920 e 1930.
( ) Dentre os acontecimentos que favoreceram a ampliação da escrita e do debate sobre a história africana, pode-se mencionar a fundação do The Journal of African History.
( ) Uma peculiaridade no caso da história africana é a necessidade de o(a) historiador(a) depender de fontes exógenas, já que há menos material escrito pelos próprios africanos do que os europeus. Dessa forma, documentos produzidos por viajantes gregos, romanos e árabes, comerciantes ou administradores europeus podem ser utilizados como fonte potencial de compreensão da história do continente.
( ) Embora promissoras, a promoção de novas fontes para a história africana a partir da história oral não se adequa de forma producente na escrita da história.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Disciplina:
História
“Vai-se estendendo a agricultura nas bordas dos rios no interior do país, mas isso com um método que com o tempo será muito prejudicial. Porque consiste em queimar antiquíssimos bosques cujas madeiras, pela facilidade de transporte pelos rios, seriam muito úteis para a construção de navios, ou para a tinturaria, ou para os marceneiros. Queimados estes bosques, semeiam por dois ou três anos, enquanto dura a fertilidade produzida pelas cinzas, a qual diminuída deixam inculto este terreno e queimam outros bosques. E assim vão continuando na destruição dos bosques nas vizinhanças dos rios”.
PÁDUA, José Augusto. Um sopro de destruição: pensamento político e crítica ambiental no Brasil escravista,1786-1888.2. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,2004, p.42.
O excerto acima, publicado em 1789 pelo naturalista italiano Domenico Agostino Vandelli, mostra um tipo específico de visão a respeito da ocupação do território brasileiro no contexto dos séculos XVIII e XIX. Sobre este assunto, assinale a alternativa incorreta.
PÁDUA, José Augusto. Um sopro de destruição: pensamento político e crítica ambiental no Brasil escravista,1786-1888.2. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,2004, p.42.
O excerto acima, publicado em 1789 pelo naturalista italiano Domenico Agostino Vandelli, mostra um tipo específico de visão a respeito da ocupação do território brasileiro no contexto dos séculos XVIII e XIX. Sobre este assunto, assinale a alternativa incorreta.