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Concurso:
Prefeitura de Piratuba - SC
Disciplina:
Geografia
Em 2025, Belém (PA) sediou a 30ª Conferência das
Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30). A
agenda do encontro não se restringiu à conservação
florestal e envolveu diferentes frentes das negociações
climáticas internacionais. De acordo com os temas que
integraram a agenda da COP30, assinale a alternativa
correta.
"A gênese da formação econômica e social catarinense
revela uma estrutura territorial singular em relação ao
restante do país. Em vez de centralizar a dinâmica
demográfica e econômica em torno de um único polo
primaz, o estado estruturou um modelo multipolar marcado pela forte integração regional, pela diversificação
de suas cadeias produtivas e pela constituição de
complexos agroindustriais e manufatureiros descentralizados."
(Adaptado de: Governo do Estado de Santa Catarina. Atlas Geográfico de Santa Catarina: Fascículo 3 – População. 2ª ed. Florianópolis: UDESC, 2018).
Tendo como referência as discussões sobre a organização do espaço, a população e a dinâmica econômica catarinense, assinale a alternativa correta.
(Adaptado de: Governo do Estado de Santa Catarina. Atlas Geográfico de Santa Catarina: Fascículo 3 – População. 2ª ed. Florianópolis: UDESC, 2018).
Tendo como referência as discussões sobre a organização do espaço, a população e a dinâmica econômica catarinense, assinale a alternativa correta.
“Segundo a divisão adotada pela Agência Nacional de
Águas – ANA, os rios que drenam o território estadual
de Santa Catarina integram três grandes Regiões
Hidrográficas: Região Hidrográfica do Paraná, Região
Hidrográfica do Uruguai e Região Hidrográfica Atlântico
Sul. O sistema Paraná-Uruguai, principal rede hidrográfica
da parte meridional do continente sul-americano, forma
um conjunto interligado à bacia do Prata, que se
expande fora das fronteiras nacionais, em território
argentino e uruguaio. O sistema hidrográfico Atlântico
Sul consiste em um conjunto de várias bacias autônomas
que vertem diretamente para o litoral, fazendo parte
das Bacias do Sudeste, segundo denominação do IBGE
de 1977.”
(Texto extraído da página 121, de SANTA CATARINA. Secretaria de Estado do Planejamento. Isa de Oliveira Rocha (Org.). Atlas Geográfico de Santa Catarina: Diversidade da Natureza – Fascículo 2. 2. ed. Florianópolis: Ed. da UDESC, 2016.)
Com base nos conhecimentos sobre hidrografia e aproveitamento hídrico de Santa Catarina, é correto afirmar
(Texto extraído da página 121, de SANTA CATARINA. Secretaria de Estado do Planejamento. Isa de Oliveira Rocha (Org.). Atlas Geográfico de Santa Catarina: Diversidade da Natureza – Fascículo 2. 2. ed. Florianópolis: Ed. da UDESC, 2016.)
Com base nos conhecimentos sobre hidrografia e aproveitamento hídrico de Santa Catarina, é correto afirmar
A regionalização do território brasileiro passou por
diversas transformações teóricas e metodológicas ao
longo do século XX e início do século XXI, refletindo as
mudanças espaciais e socioeconômicas do país. Em
1967, o geógrafo Pedro Pinchas Geiger propôs a divisão
do Brasil em Regiões Geoeconômicas, ou Complexos
Regionais. Décadas depois, refletindo sobre a fluidez
do espaço geográfico, Milton Santos (1994) alertou que
"o símbolo da geografia unitária [...] é a região. Ora, o
conceito de região foi vendido como sendo um edifício
estável. Só que não é"
(Milton Santos – entrevista à revista Veja em 16/11/1994).
Nesse contexto de constante renovação conceitual, o IBGE publicou, em 2017, a Divisão Regional do Brasil em Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias, que substituiu as antigas mesorregiões e microrregiões, passando a utilizar como base a rede urbana e o deslocamento de pessoas. Considerando as bases metodológicas do IBGE (2017), a proposta geoeconômica de Geiger e as reflexões sobre o conceito de região, pode-se afirmar
(Milton Santos – entrevista à revista Veja em 16/11/1994).
Nesse contexto de constante renovação conceitual, o IBGE publicou, em 2017, a Divisão Regional do Brasil em Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias, que substituiu as antigas mesorregiões e microrregiões, passando a utilizar como base a rede urbana e o deslocamento de pessoas. Considerando as bases metodológicas do IBGE (2017), a proposta geoeconômica de Geiger e as reflexões sobre o conceito de região, pode-se afirmar