Filtrar


Questões por página:
Em estudo demográfico baseado no Livro de Óbitos da Paróquia de Rodeio (1895-1904), pesquisadores identificaram padrões de mortalidade que revelam condições de vulnerabilidade específicas de determinado grupo imigrante. Considerando o contexto histórico e as relações interétnicas do período, é correto afirmar que:
A matriz energética de um país reflete sua trajetória histórica, suas condições geográficas e as decisões políticas adotadas ao longo do tempo. O Brasil passou por transformações significativas nesse campo, especialmente a partir da década de 1970, quando eventos internacionais impuseram a necessidade de repensar a dependência de determinadas fontes. Considerando a evolução da matriz energética brasileira, é correto afirmar que:
O processo de urbanização no Brasil intensificou-se nas últimas décadas, trazendo desafios significativos para as políticas públicas. Dados recentes indicam que a população residente em favelas praticamente dobrou desde 2010, evidenciando dificuldades no acesso à moradia digna. Paralelamente, observa-se um fenômeno aparentemente contraditório: o número de imóveis residenciais desocupados no país supera significativamente o déficit habitacional. Considerando essa problemática, é correto afirmar que:

O espaço na visão hartshorniana é o espaço absoluto, isto é, um conjunto de pontos que tem existência em si, sendo independente de qualquer coisa. É um quadro de referência que não deriva da experiência, sendo apenas intuitivamente utilizado na experiência. Trata-se de uma visão kantiana, por sua vez influenciada por Newton, em que o espaço (e o tempo) associa se a todas as dimensões da vida.


CASTRO, I.; GOMES, P.; CORRÊA, R. (Orgs.). Geografia: conceitos e temas. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 18.


A percepção sobre o conceito de espaço descrita acima envolve qual escola da geografia:



O aparecimento de um imenso setor produtivo ladeado por uma série de instrumentos políticos, financeiros e institucionais, tem possibilitado mais um salto qualitativo da economia chinesa. A predominância estatal sobre os gânglios vitais da grande produção e da grande finança unida a uma soberania monetária particular permite ao Estado gerir um processo que entrelaça tanto uma maior restrição à ação da lei do valor quanto da transição de uma planificação orientada à geração de valor e ao mercado para o que chamamos de planejamento baseado no projeto. É essa transformação operada ao longo dos últimos 20 anos, que explica, em grande medida, a crescente capacidade de intervenção do Estado chinês sobre o território e a economia do país, independentemente da queda da participação do Estado no que tange ao controle dos fluxos de renda no país.

JABBOUR, E.; DANTAS, A. Apontamentos sobre a geopolítica da China. In: MUSSE, R. (Org.). China contemporânea: Seis interpretações. 1ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 50-51.

Uma das transformações que envolvem o caso do desenvolvimento chinês pode ser indicada pela capacidade estatal em: