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Considerando a situação descrita no caso clínico do Sr. Juvêncio, especialmente o registro de alterações comunicativas durante a internação hospitalar, a ausência de avaliação fonoaudiológica no período de internação e a inexistência de encaminhamento para reabilitação após a alta, analise as afirmações abaixo sobre a atuação da fonoaudiologia hospitalar em pacientes acometidos por Acidente Vascular Cerebral (AVC).
I- A reabilitação fonoaudiológica é mais efetiva quando iniciada precocemente, mas não há evidências de que ela contribua para a diminuição do tempo de internação hospitalar.
II- A atuação precoce do fonoaudiólogo no ambiente hospitalar contribui para a recuperação das habilidades linguísticas e alimentares, além de reduzir o tempo de internação e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
III- A presença de fonoaudiólogos nas equipes multidisciplinares ainda tem sua necessidade discutida, por falta de diretrizes formais de implementação no âmbito do SUS até a consolidação da linha de cuidado do AVC.
IV- A ausência de fonoaudiólogos nas equipes hospitalares pode estar relacionada, entre outros fatores, ao desconhecimento de profissionais de saúde sobre a importância da reabilitação fonoaudiológica em pacientes com AVC .
V- Apesar dos esforços em divulgar a importância da atuação fonoaudiológica, ainda é comum que muitos pacientes internados por AVC apresentem distúrbios de comunicação oral, mas não recebam atendimento fonoaudiológico durante a internação ou encaminhamento após a alta.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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A esposa do Sr. Juvêncio, preocupada com as alterações na fala após o Acidente Vascular Cerebral (AVC), procurou um fonoaudiólogo para compreender a natureza do comprometimento e as possibilidades de intervenção. Considerando o quadro clínico apresentado no caso descrito e os conhecimentos sobre distúrbios neurogênicos da comunicação, com relação ao distúrbio de comunicação oral mais compatível com o quadro apresentado, é CORRETO afirmar que:

Segundo dados do Ministério da Saúde (2017), a prevalência de transtornos mentais comuns em mulheres acima de 60 anos no Brasil ultrapassa 20%, evidenciando a importância da atuação multiprofissional no cuidado a esse público.


Esses dados refletem situações frequentemente observadas nos serviços de internação psiquiátrica e nos leitos de saúde mental em hospitais gerais, como no caso de Rosa, descrito a seguir:


Rosa,73 anos, foi internada em uma Enfermaria de Saúde Mental com queixa de “sensação estranha na boca” e fala monótona. Diagnosticada com Síndrome da Boca Ardente e quadro depressivo, apresentou alterações orofaciais e recusa alimentar. Durante o atendimento, a fonoaudióloga associou técnicas específicas às manifestações emocionais da paciente, compreendendo o sintoma para além do aspecto fisiológico.


Com base nesse contexto e na atuação fonoaudiológica em Saúde Mental, é CORRETO afirmar que:

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Considere o Texto IV, com o caso clínico de Felipe, atendente de call center com exposição contínua ao ruído e queixa de zumbido, cuja avaliação audiológica revelou perda auditiva sensorioneural de grau leve bilateralmente. Com base nos estudos atuais sobre o impacto do zumbido e a indicação do uso de AASI, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- O zumbido, embora frequentemente associado à perda auditiva neurossensorial, pode ocorrer em indivíduos com audição normal, devendo ser considerado um sintoma relevante, pois pode indicar alterações auditivas ainda não detectáveis por métodos convencionais.

PORQUE

II- Todo paciente com zumbido associado à perda auditiva leve deve receber indicação imediata de uso de aparelho de amplificação sonora individual (AASI), tendo em vista que o uso do dispositivo é considerado tratamento de primeira escolha, independentemente do grau da perda.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
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O atendente de call center Felipe do Texto IV, relata sintomas auditivos relacionados ao uso contínuo de headset durante o trabalho. A avaliação audiológica inicial revelou perda auditiva sensorioneural de grau leve bilateralmente.



De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS,2021), considera-se perda auditiva quando os limiares auditivos estão acima de 21 dB. Já a legislação trabalhista brasileira, segundo os parâmetros de Lloyd e Kaplan (1978), classifica como perda auditiva de grau leve somente quando os limiares estão acima de 25 dB.


Fontes: LLOYD, L. L.; KAPLAN, H. Audiometric interpretation: A manual of basic audiometry. Baltimore: University Park Press,1978.

OMS (Organização Mundial da Saúde). World Report on Hearing. Geneva: World Health Organization,2021.44



Com base nesses parâmetros e considerando as normas de saúde auditiva do trabalhador, a respeito da orientação fonoaudiológica mais adequada a ser dada no caso de Felipe, é CORRETO afirmar que: