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A bateria de testes para a avaliação do processamento auditivo central deve contemplar a aplicação de ao menos um teste que avalie a habilidade temporal da audição. Dessa forma, assinale a alternativa com testes que avaliem, respectivamente, as habilidades de ordenação e resolução temporal.
A avaliação da fala da criança nos traz informações essenciais quanto à sua organização e padrão de produção. Ao encontrar dificuldade na produção da fala, é comum que o indivíduo aplique à uma classe ou sequência de sons com uma dificuldade específica uma operação mental no intuito de substituir tal característica por uma classe alternativa idêntica, desprovida da propriedade difícil.
Dentre os processos fonológicos concebidos por Stampe (1973), o que é metátese?
Paciente de 63 anos, do sexo masculino, com lesão de nervo vago decorrente de Acidente Vascular Cerebral (AVC) foi encaminhado para atendimento fonoaudiológico devido às dificuldades de deglutição. Sabendo-se que a deglutição, apesar de ser um processo contínuo, é dividida em fases para melhor compreensão, em qual fase da deglutição esse paciente poderá apresentar maiores alterações?
Paciente de 28 anos encaminhado para avaliação fonoaudiológica pelo otorrinolaringologista, com queixa há uma semana de dor em ambas orelhas. Relatada leve diminuição da acuidade auditiva, sensação de plenitude auricular e febre após uma forte gripe. O mesmo declarou fazer avaliação audiológica anualmente e que, antes desse episódio, não apresentava nenhuma das queixas atuais. Durante meatoscopia, observou-se leve hiperemia.
Diante do exposto, qual o provável tipo de perda auditiva encontrada na Audiometria Tonal Limiar (ATL), quais os resultados do Índice de Reconhecimento de Fala (IRF) e da Timpanometria?
“A Triagem Auditiva Neonatal (TAN) tem por finalidade a identificação o mais precocemente possível da deficiência auditiva nos neonatos e lactentes. Consiste no teste e reteste, com medidas fisiológicas e eletrofisiológicas da audição, com o objetivo de encaminhá-los para diagnóstico dessa deficiência, e intervenções adequadas à criança e sua família. Quando há falha no teste, a etapa de reteste deverá acontecer no período de até 30 dias após o teste e deve contemplar:”