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Analise o seguinte quadro clínico de Joana, 48 anos, professora do Ensino Fundamental, encaminhada para terapia fonoaudiológica: apresenta hipotireoidismo, é fumante, tem queixa de alteração progressiva na voz; o exame laringoscópico revela pregas vocais com volume aumentado, flácidas, com fluido gelatinoso, pregas vocais móveis à respiração e à fonação com fenda irregular, lesão difusa de coloração rosada; a voz é rouca, com pitch grave, fluida, por vezes crepitante; refere queixa respiratória durante o dia.



De acordo com o quadro descrito, é possível inferir que Joana tem uma lesão em pregas vocais que corresponde a  

No manejo de disfagia orofaríngea neurogênica em adultos, o fonoaudiólogo pode indicar a manobra postural de cabeça denominada de “queixo para baixo” pedindo ao paciente que abaixe o queixo em direção ao peito antes de deglutir, conferindo se há correto selamento labial.



Tal posicionamento de cabeça causa uma acomodação miofuncional de estreitamento da região supraglótica e aumento do espaço valecular e tem por objetivo: 

Considere a fisiologia da deglutição em fase oral, faríngea e esofágica para responder esta questão sobre senescência. Com o envelhecimento ocorre redução da sensibilidade tátil, térmica e gustativa da cavidade oral, interferindo na formação do bolo alimentar e no tempo de resposta motora para a deglutição.



Nesse sentido, no envelhecimento, podem ocorrer alterações nas fases oral e faríngea da deglutição, tais como: 

A deglutição no neonato é caracterizada, inicialmente, por um movimento repetitivo de bombeamento do leite que ocorre de acordo com um padrão de movimentação anteroposterior da língua, justificado pelas condições restritas de espaço da cavidade oral do neonato.



Esse movimento repetitivo é denominado de

Considere as fases da deglutição normal em oral, faríngea e esofágica.



Na fase faríngea, o isolamento entre a cavidade oral e nasal é realizado pelo