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João, 82 anos, com histórico de AVC isquêmico há 6 meses, foi encaminhado para avaliação fonoaudiológica por apresentar episódios frequentes de engasgos durante as refeições, tosse pósdeglutição, perda de peso e pneumonias recorrentes. Durante a avaliação clínica da deglutição, observou-se presença de resíduos alimentares em valéculas e recessos piriformes, deglutição fraca e múltiplas deglutições para esvaziamento do bolo alimentar. Com base nas informações acima e nos conhecimentos descritos por Ortiz (2010), a hipótese diagnóstica fonoaudiológica mais compatível com o quadro apresentado é 
Distintos aspectos podem induzir a biomecânica da deglutição, como o sabor, a temperatura, a consistência e o volume do alimento. Ponderando sobre o processamento sensorial oral, o sabor _______________ e a temperatura _______________ objetivam _______________ de deglutição.

Os distúrbios da deglutição na população pediátrica apresentaram um aumento significativo, em decorrência da sobrevivência de recém-nascidos prematuros e neonatos com problemas de saúde, em virtude das sequelas de tratamentos em unidades de terapia intensiva. Quanto aos fatores relacionados com a disfagia neonatal, analise as afirmativas seguintes.



I. Recém-nascidos com 34 e 35 semanas demonstram dificuldades para coordenar a alimentação oral e a respiração, devido à imaturidade neurológica generalizada.


II. Deve-se considerar os reflexos oromotores, a coordenação sucção-deglutição-respiração e a importância da relação mãe-filho, na abordagem fonoaudiológica neonatal.


III. No recém-nascido a termo, a disfagia oral apresenta-se como sucção débil.


IV. Sinais de desconforto durante a avaliação funcional da deglutição englobam soluços, caretas, espirros, sobressaltos ou movimentos corporais de aversão/recusa.



Estão corretas 

Durante o processo terapêutico em disfagia, verifica-se a importância da utilização de instrumentos padronizados na literatura, para analisar a eficácia das abordagens utilizadas quanto à ingesta por via oral e acompanhamento da evolução clínica. A escala que permite mensurar em níveis específicos a quantidade de ingestão por via oral é a 
A intervenção terapêutica da disfagia envolve adaptações de consistências alimentares, indicação de utensílios, estratégias compensatórias e manobras de deglutição, para que as necessidades nutricionais e hídricas sejam ofertadas de forma eficaz e segura, sendo uma escolha criteriosa e direcionada à carência funcional de cada indivíduo. Em relação às estases faríngeas, empregam-se as(o)