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Um grupo de servidores discute aderir a uma mobilização cujos eventuais ganhos — uma vez conquistados — beneficiarão todo o quadro, inclusive quem não participou nem assumiu custos. Uma analista prevê que muitos tenderão a não se engajar, contando com o esforço alheio, o que pode inviabilizar a ação mesmo havendo interesse comum. Esse problema, central na teoria sistematizada por Mancur Olson, é conhecido como:
Em uma exposição sobre os fundamentos do poder estatal, um analista retoma a definição weberiana clássica segundo a qual o Estado moderno é a comunidade humana que, dentro de determinado território, reivindica para si o monopólio do uso legítimo da força física. O elemento que, nessa definição, distingue o poder do Estado moderno de outras formas de exercício da força é o(a):
A representatividade das pesquisas de opinião pública tem critérios de amostragem e de esforço do cidadão em expressar suas opiniões e preferências. Os objetivos das pesquisas conduzidas pelos governos seguem cinco princípios:
Em uma pesquisa etnográfica sobre processos eleitorais, uma analista identifica que as candidaturas investigadas mobilizam sistematicamente identidades culturais regionais, narrativas sobre medos morais relativos à segurança pública e à família, performances ritualizadas de liderança em comícios e expectativas coletivas sobre transformação social. Ela observa que a dimensão programática das propostas apresentadas está voltada a uma economia simbólica mais ampla, na qual rituais, imaginários e construções de carisma operam como vetores centrais da disputa eleitoral. Sobre a perspectiva analítica mobilizada pela analista, é correto afirmar que
Leia o texto a seguir.

O marco temporal realiza uma política anti-indígena ao exigir o critério da atualidade da ocupação para caracterizar o direito indígena, no sentido de que a presença indígena na área reivindicada deve estar dada como um fato atual no dia em que a Constituição foi promulgada.

Ramalho, Walderez. Marco temporal e políticas do tempo: raízes de um equívoco histórico. Revista Brasileira de História, São Paulo, v.45, n.98, p.202.

A tese do “marco temporal” é considerada uma “política antiindígena”, porque