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As manifestações populares brasileiras fundem elementos de matrizes diversas, constituindo um patrimônio imaterial rico em simbologias e práticas coletivas. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O Bumba meu boi é uma manifestação cultural que integra teatro, dança e música, refletindo conflitos sociais e elementos do imaginário rural brasileiro.
(__)O artesanato popular, como a cerâmica do Vale do Jequitinhonha, deve ser valorizado apenas por sua utilidade prática, dispensando-se a análise de sua carga estética e identitária.
(__)Festas como o Congado e o Maracatu possuem raízes profundas na história da resistência negra e na religiosidade sincrética presente em diversos estados do país.
(__)A literatura de cordel é uma forma de expressão popular que utiliza a rima e a xilogravura para difundir histórias e notícias, mantendo-se como tradição viva na atualidade.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Segundo o livro Arte Afro-Brasileira, de Roberto Conduru, o acesso à compreensão e à valorização das práticas culturais afrodescendentes nos foi dado por parte de artistas, como:
O pesquisador Roberto Conduro, no livro Arte Afro-Brasileira (2007), entende o termo “Afro-brasilidade” como:
A citação “Arte não é adorno, palavra não é absoluta, som não é ruído, e as imagens falam, convencem e dominam. A estes três Poderes – Palavra, Som e Imagem – Não podemos renunciar, sob pena de renunciarmos a nossa condição humana” é de autoria de:
A preponderância do Candomblé, em certos casos, vai diluindo, apagando mesmo, as outras práticas, sobretudo em locais e situações onde elas não possuíam grande vigor. Creio que a Pajelança pode exemplificar isso. Verificou-se no transcorrer da pesquisa que seis babalorixás de Macapá iniciaram a vida religiosa pela Cura. Sendo que um destes, pai Marcos Ribeiro Ode Olu Fonnin, descreveu detalhadamente, conforme veremos no prosseguimento deste estudo, todos os procedimentos a que teria se submetido, em Belém, na década de 1980, para se tornar curador ou pajé
PEREIRA, Decleoma Lobato. O candomblé no Amapá: história, memória, imigração e hibridismo cultural. Programa de Pós-Graduação em História Social da Amazônia da Universidade Federal do Pará. Mestrado em História). Belém,2008.
A prática da pajelança, apresentada no texto como sendo uma das muitas realidades do universo cultural em Macapá, pode ser definida como