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A importância clínica de lipídeos está principalmente associada à sua contribuição para a doença cardíaca coronária,
uma doença na qual a placa se acumula no interior de artérias coronárias obstruindo total ou parcialmente o
fornecimento de sangue rico em oxigênio para o músculo cardíaco. Sobre os exames de perfil lipídico, marcadores de
risco e biomarcadores cardíacos, informe verdadeiro (V) ou falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, marque
a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) HDL: sua concentração é determinada após as lipoproteínas não HDL serem fisicamente removidas ou eficazmente mascaradas. As lipoproteínas não HDL (VLDL, IDL, LDL e quilomícrons) são precipitadas com poliânions em presença de magnésio. Ensaios de HDL em amostras com grandes concentrações de triglicerídeos mostram-se imprecisas.
( ) LDL: até pouco tempo, o LDL era determinado indiretamente. No método indireto mais utilizado, o colesterol total, os triglicérides e o HDL são medidos em uma amostra em jejum e o LDL é calculado a partir destas medições. Atualmente, existem métodos alternativos de dosagem direta do LDL como, por exemplo, métodos que se baseiam na ultracentrifugação. Entretanto, tais métodos podem não ser tão bons em amostras com níveis elevados de triglicerídeos e evidências sugerem que diferentes ensaios diretos podem não ser específicos.
( ) Proteína C reativa de alta sensibilidade (PCRas): diversos estudos têm demonstrado que o aumento das concentrações de PCR no soro está associado positivamente ao risco de DCC futuras. Estudos prospectivos demonstraram também que uma única medição de PCRas é um forte previsor de infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, doença vascular periférica e morte cardíaca súbita, mesmo em indivíduos sem histórico de doença do coração.
( ) Troponinas cardíacas: as principais são cTnI e cTnT. Estes marcadores de lesão cardíaca sobem mais rapidamente que outros. É um marcador exclusivo de infarto do miocárdio.
( ) CK, CK-MB e mioglobina: as creatinoquinases (CK) estão presentes em diferentes tecidos, mas suas isoenzimas são específicas sendo a CK-MB exclusiva do músculo cardíaco. A dosagem de mioglobina sérica, por sua vez, pode ser utilizada tanto para lesões de músculo esquelético quanto de músculo cardíaco.
( ) HDL: sua concentração é determinada após as lipoproteínas não HDL serem fisicamente removidas ou eficazmente mascaradas. As lipoproteínas não HDL (VLDL, IDL, LDL e quilomícrons) são precipitadas com poliânions em presença de magnésio. Ensaios de HDL em amostras com grandes concentrações de triglicerídeos mostram-se imprecisas.
( ) LDL: até pouco tempo, o LDL era determinado indiretamente. No método indireto mais utilizado, o colesterol total, os triglicérides e o HDL são medidos em uma amostra em jejum e o LDL é calculado a partir destas medições. Atualmente, existem métodos alternativos de dosagem direta do LDL como, por exemplo, métodos que se baseiam na ultracentrifugação. Entretanto, tais métodos podem não ser tão bons em amostras com níveis elevados de triglicerídeos e evidências sugerem que diferentes ensaios diretos podem não ser específicos.
( ) Proteína C reativa de alta sensibilidade (PCRas): diversos estudos têm demonstrado que o aumento das concentrações de PCR no soro está associado positivamente ao risco de DCC futuras. Estudos prospectivos demonstraram também que uma única medição de PCRas é um forte previsor de infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, doença vascular periférica e morte cardíaca súbita, mesmo em indivíduos sem histórico de doença do coração.
( ) Troponinas cardíacas: as principais são cTnI e cTnT. Estes marcadores de lesão cardíaca sobem mais rapidamente que outros. É um marcador exclusivo de infarto do miocárdio.
( ) CK, CK-MB e mioglobina: as creatinoquinases (CK) estão presentes em diferentes tecidos, mas suas isoenzimas são específicas sendo a CK-MB exclusiva do músculo cardíaco. A dosagem de mioglobina sérica, por sua vez, pode ser utilizada tanto para lesões de músculo esquelético quanto de músculo cardíaco.
De forma simplista, o diabetes melito tipo 2 é provocado por dois defeitos patológicos: 1) a resistência à insulina que
consiste na diminuição da capacidade da insulina em agir sobre o tecido periférico e 2) a disfunção das células ?, que
resulta numa incapacidade do pâncreas de produzir insulina suficiente para compensar a resistência à insulina. Sobre
esta doença e os exames utilizados em seu diagnóstico, informe verdadeiro (V) ou falso (F) para as assertivas abaixo
e, em seguida, marque a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) É difícil medir a resistência à insulina em um cenário de rotina clínica. Medidas da concentração de insulina em jejum e grampo de insulina euglicêmica podem ser utilizadas para uma avaliação indireta da função da insulina.
( ) Atualmente, existe a recomendação de que a glicemia de jejum ou a hemoglobina glicada sejam exames realizados em todas as pessoas de alto risco para o diabetes, mesmo que assintomáticas, aos 45 anos com teste de acompanhamento a cada 3 anos.
( ) O teste oral de tolerância à glicose é o método padrão ouro no diagnóstico do diabetes.
( ) A medição de hemoglobina glicada é eficaz na avaliação da glicemia a longo prazo e, por essa razão, é um teste utilizado tanto no diagnóstico quanto no monitoramento do diabetes.
( ) Uma das causas de acidose metabólica é a cetoacidose diabética. Tal condição se instala devido à alta produção de ácidos que resultam no consumo acentuado de bicarbonato (HCO3- ), reduzindo o pH sanguíneo. Esta alteração pode ser avaliada pelos exames de medição de cetonas, gasometria e gap osmolar (ou hiato osmolar).
( ) É difícil medir a resistência à insulina em um cenário de rotina clínica. Medidas da concentração de insulina em jejum e grampo de insulina euglicêmica podem ser utilizadas para uma avaliação indireta da função da insulina.
( ) Atualmente, existe a recomendação de que a glicemia de jejum ou a hemoglobina glicada sejam exames realizados em todas as pessoas de alto risco para o diabetes, mesmo que assintomáticas, aos 45 anos com teste de acompanhamento a cada 3 anos.
( ) O teste oral de tolerância à glicose é o método padrão ouro no diagnóstico do diabetes.
( ) A medição de hemoglobina glicada é eficaz na avaliação da glicemia a longo prazo e, por essa razão, é um teste utilizado tanto no diagnóstico quanto no monitoramento do diabetes.
( ) Uma das causas de acidose metabólica é a cetoacidose diabética. Tal condição se instala devido à alta produção de ácidos que resultam no consumo acentuado de bicarbonato (HCO3- ), reduzindo o pH sanguíneo. Esta alteração pode ser avaliada pelos exames de medição de cetonas, gasometria e gap osmolar (ou hiato osmolar).
Observe as assertivas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
I. O diagnóstico do Diabetes Melito tipo 2 é difícil.
PORQUE
II. Muitas vezes a hiperglicemia não é grave o suficiente para o paciente observar os sintomas. Isto resulta em um retardo de 4 a 7 anos para o diagnóstico.
I. O diagnóstico do Diabetes Melito tipo 2 é difícil.
PORQUE
II. Muitas vezes a hiperglicemia não é grave o suficiente para o paciente observar os sintomas. Isto resulta em um retardo de 4 a 7 anos para o diagnóstico.
Uma imunoglobulina conhecida como anticoagulante lúpico está relacionada a um aumento de risco de trombose
arterial ou venosa em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES). Entretanto, o coagulograma destes pacientes
pode indicar uma tendência a sangramento. Sobre o tema, informe verdadeiro (V) ou falso (F) para as assertivas abaixo
e, em seguida, marque a opção que apresenta a sequência correta.
( ) O anticoagulante lúpico interfere nos estágios de coagulação dependentes de lipoproteínas.
( ) Na presença deste anticorpo, observa-se prolongamento de TTPA (Tempo de Tromboplastina Parcial Ativada), exame que avalia a via intrínseca e comum da coagulação.
( ) Na presença deste anticorpo, observa-se prolongamento de TP (Tempo de Protrombina), exame que avalia a via extrínseca e comum da coagulação.
( ) No LES, ocorre redução dos fatores de coagulação.
( ) O anticoagulante lúpico interfere nos estágios de coagulação dependentes de lipoproteínas.
( ) Na presença deste anticorpo, observa-se prolongamento de TTPA (Tempo de Tromboplastina Parcial Ativada), exame que avalia a via intrínseca e comum da coagulação.
( ) Na presença deste anticorpo, observa-se prolongamento de TP (Tempo de Protrombina), exame que avalia a via extrínseca e comum da coagulação.
( ) No LES, ocorre redução dos fatores de coagulação.
Associe as colunas relacionando as diferentes anemias relacionadas à deficiência de ferro com suas respectivas
alterações laboratoriais.
Anemia
(1) Anemia ferropriva
(2) Anemia da inflamação crônica/doenças malignas
(3) Anemia sideroblástica
(4) ? ou ?-talassemia
Alterações
( ) VCM/HCM diminuídos proporcionalmente à gravidade da anemia, Fe sérico diminuído, capacidade ferropéxica total aumentada, ferritina sérica baixa, depósitos de ferro na medula óssea ausente, Fe nos eritroblastos ausente, HPLC ou eletroforese da hemoglobina normal.
( ) VCM/HCM em geral, diminuídos no tipo congênito, mas o VCM está? geralmente aumentado no tipo adquirido, Fe sérico aumentado, capacidade ferropéxica total normal, ferritina sérica aumentada, depósitos de ferro na medula óssea presente, Fe nos eritroblastos formas em anel, HPLC ou eletroforese da hemoglobina normal.
( ) VCM/HCM diminuídos e muito baixos para o grau da anemia, Fe sérico normal, capacidade ferropéxica total normal, ferritina sérica normal, depósitos de ferro na medula óssea presente, Fe nos eritroblastos presente, HPLC ou eletroforese da hemoglobina HbA2 aumentada em uma de suas formas.
( ) VCM/HCM normal ou levemente diminuídos, Fe sérico diminuído, capacidade ferropéxica total diminuída, ferritina sérica normal ou aumentada, depósitos de ferro na medula óssea presente, Fe nos eritroblastos ausente, HPLC ou eletroforese da hemoglobina normal.
A sequência correta dessa associação é:
Anemia
(1) Anemia ferropriva
(2) Anemia da inflamação crônica/doenças malignas
(3) Anemia sideroblástica
(4) ? ou ?-talassemia
Alterações
( ) VCM/HCM diminuídos proporcionalmente à gravidade da anemia, Fe sérico diminuído, capacidade ferropéxica total aumentada, ferritina sérica baixa, depósitos de ferro na medula óssea ausente, Fe nos eritroblastos ausente, HPLC ou eletroforese da hemoglobina normal.
( ) VCM/HCM em geral, diminuídos no tipo congênito, mas o VCM está? geralmente aumentado no tipo adquirido, Fe sérico aumentado, capacidade ferropéxica total normal, ferritina sérica aumentada, depósitos de ferro na medula óssea presente, Fe nos eritroblastos formas em anel, HPLC ou eletroforese da hemoglobina normal.
( ) VCM/HCM diminuídos e muito baixos para o grau da anemia, Fe sérico normal, capacidade ferropéxica total normal, ferritina sérica normal, depósitos de ferro na medula óssea presente, Fe nos eritroblastos presente, HPLC ou eletroforese da hemoglobina HbA2 aumentada em uma de suas formas.
( ) VCM/HCM normal ou levemente diminuídos, Fe sérico diminuído, capacidade ferropéxica total diminuída, ferritina sérica normal ou aumentada, depósitos de ferro na medula óssea presente, Fe nos eritroblastos ausente, HPLC ou eletroforese da hemoglobina normal.
A sequência correta dessa associação é: