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Os Transtornos Específicos de Aprendizagem (TEA), conforme definidos no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais - DSM-5-TR (APA, 2022), constituem um grupo de condições do neurodesenvolvimento caracterizadas por dificuldades persistentes na aquisição e utilização de habilidades acadêmicas fundamentais, como leitura, escrita e matemática. Segundo os critérios diagnósticos do DSM-5-TR, o transtorno se caracteriza por dificuldades persistentes em pelo menos um dos domínios acadêmicos por um período mínimo de seis meses, mesmo após intervenções específicas e dirigidas; desempenho das habilidades acadêmicas substancialmente abaixo do esperado para a idade cronológica; início durante os anos escolares; e de outras causas, como deficiência intelectual, distúrbios sensoriais, condições neurológicas ou fatores socioculturais. Em termos neurocognitivos, os transtornos específicos de aprendizagem são resultado de disfunções nos circuitos cerebrais especializados para o processamento simbólico. Nesse sentido, os transtornos específicos de aprendizagem são resultado de: 
Os Transtornos Neurocognitivos, conforme classificados no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), englobam condições caracterizadas por um declínio clinicamente significativo em um ou mais domínios cognitivos (como atenção complexa, função executiva, aprendizagem e memória, linguagem, habilidade perceptual-motora ou cognição social). O Delirium é um tipo específico de transtorno neurocognitivo agudo. Acerca das características clínicas do Delirium, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) O Delirium é caracterizado por uma perturbação na atenção (capacidade reduzida para direcionar, focalizar, manter e mudar a atenção) e na consciência (orientação reduzida ao ambiente), que se desenvolve em um curto período de tempo (horas a dias) e tende a flutuar em gravidade ao longo do dia.
(__) Uma perturbação adicional na cognição, como déficit de memória, desorientação, perturbação da linguagem ou perturbação da percepção (alucinações ou ilusões), geralmente acompanha a alteração da atenção e da consciência.
(__) As perturbações não são mais bem explicadas por outro transtorno neurocognitivo preexistente, estabelecido ou em evolução (como uma demência), e não ocorrem no contexto de um nível gravemente rebaixado de estimulação, como no coma.
(__) O Delirium é sempre uma condição crônica e irreversível, representando o estágio final de um processo demencial, sem qualquer possibilidade de recuperação do estado cognitivo prévio.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 

Considere a imagem abaixo:



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Fonte: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/201 3/11/05/antes-de-agir-entenda-o-que-leva-a-crianca-pequen a-a-ser-agressiva.htm



Um menino de 9 anos é encaminhado à avaliação psicopedagógica com queixa de "agressividade, mentiras e isolamento". Foi retirado de um lar com histórico de negligência e abandono afetivo grave e vive em família adotiva há dois anos. Em sala, oscila entre carência extrema (busca afeto físico de desconhecidos) e comportamentos hostis e controladores com adultos. Mostra bom potencial cognitivo, mas instabilidade emocional intensa e dificuldade em confiar e se vincular. Qual hipótese explicaria de modo mais abrangente o padrão de comportamento apresentado? 

Considere a imagem abaixo:



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Fonte: https://www.abc.med.br/p/sinais.-sintomas-e-doe ncas/1417895



Uma criança de 5 anos, atendida pela equipe psicopedagógica, apresenta atraso global do desenvolvimento, baixa estatura, traços faciais marcantes (sobrancelhas unidas, cílios longos, nariz pequeno e voltado para cima), além de dificuldade severa na linguagem expressiva e comportamentos repetitivos de autoestimulação. Os pais relatam que a filha é afetiva e gosta de música, mas demonstra impulsividade e episódios de autoagressão leve quando contrariada. Com base nas características observadas, a criança teria: 

O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5-TR) classifica o Transtorno do Espectro Autista (TEA) em três níveis de suporte, de acordo com o grau de comprometimento na comunicação social e na presença de comportamentos restritos e repetitivos. Considerando essa classificação, analise as alternativas abaixo e assinale aquela que diferencia os níveis 1, 2 e 3 do TEA corretamente.