Questões de Concurso
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A dançarina norte-americana Loie Fuller (1862-1928) teve suas apresentações comentadas em diversos jornais e revistas, como se vê a seguir: na França, por Toulouse-Lautrec; no Brasil, pelo artista modernista Flávio de Carvalho.

Com base nas imagens, analise as afirmativas a seguir.
I. Toulouse-Lautrec captura, no desenho, o estímulo sensorial gerado pela dança, representando a leveza de um corpo em movimento.
II. Flávio de Carvalho percebe os efeitos da música sobre o corpo e busca traduzir expressivamente os movimentos da dançarina.
III. Ambos distanciam-se do gestual acadêmico: o pintor francês enfatiza os volumes a partir dos tecidos, e o brasileiro, a angulação do movimento, com síntese e estilização.
Está correto o que se afirma em:
Um dos mais intrigantes fenômenos acústicos é a capacidade, por parte de uma ínfima minoria de pessoas e de músicos, de emitir alturas determinadas sem qualquer referência acústica prévia.
MENEZES, F. A acústica musical em palavras e sons. Cotia/SP: Ateliê Ed.,2003, p.124.
O trecho descreve o fenômeno auditivo denominado de ouvido
I. É a propriedade que nos permite distinguir sons fortes e sons fracos; é o grau de volume sonoro que depende da força empregada para produzir as vibrações.
II. É a propriedade do som que nos permite distinguir sons graves, médios e agudos, sendo definida pela velocidade da vibração dos objetos.
As descrições I e II correspondem, respectivamente, a
I. “Trata-se de povos que não partilham nossa noção de arte. Não têm palavra ou conceito equivalente aos de arte e estética da tradição ocidental. Entretanto, não é porque inexistem o conceito de estética e os valores que o campo das artes agrega na tradição ocidental que outros povos não teriam formulado seus próprios termos e critérios para distinguir e produzir beleza”.
Adaptado de LAGROU, M. “Arte ou artefato. Agência e significado nas artes indígenas”, in Proa - Revista de Antropologia e Arte,2010, p.1.
II. “No contexto das culturas indígenas, a estética não pode ser desprendida de um sistema simbólico que funde os campos diferenciados pelo pensamento ocidental moderno, tais como ‘arte’, ‘política’, ‘religião’, ‘direito’ ou ‘ciência’”.
Adaptado de ESCOBAR, T. “Arte indígena: o desafio do universal”, in Escrita da história e(re)construção das memórias: arte e arquivos em debate. São Paulo: Museu de Arte Contemporânea da USP,2016, p.20.
Para os autores, nas culturas ameríndias,