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A doutrina da não-intervenção, tradicional na formulação jurídica de Estados novos e revivida na América do Sul, focada na manutenção das soberanias políticas dos Estados nacionais, se traduz, na crise boliviana, no alheamento dos Estados responsáveis pelo avanço de proposições voltadas para o diálogo e no esforço de estabilidade do país mais central da América do Sul.
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A ausência de uma saída para o mar - a Bolívia localiza-se entre os Andes e o mundo platino-brasileiro -, elites esgarçadas e uma economia em franca retração são fatores que justificam o conjunto de dificuldades que a Bolívia vem enfrentando desde 2003.
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A Bolívia, apesar de isolada no contexto sul-americano, vem buscando desenvolver um sistema de alianças extracontinentais seguras com parceiros internacionais confiáveis e apreciados por todas as lideranças políticas da UNASUL.
Leia a notícia relacionada às relações internacionais do Brasil.

O Brasil comemorou [outubro de 2011], em uma nota da Chancelaria, a admissão da região como Estado pleno da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

"O governo Brasileiro felicita a região por sua admissão [na Unesco], primeira agência especializada do sistema das Nações Unidas que admitiu a região como membro pleno", diz em nota o Ministério das Relações Exteriores.

Depois de dar seu voto favorável à causa da região, a chancelaria brasileira felicitou

Cerca de cem líderes já confirmaram presença na Rio+20, que será realizada em junho no Brasil. Cerca de 20 países já confirmaram que seus chefes de Estado não poderão comparecer e deverão enviar negociadores de "alto nível" como representantes. A expectativa é que o evento reúna tantos líderes quanto o seu antecessor, a Eco-92.

(http://www.observadorpolítico.org.br/grupos/meioambie nte/forum/topic/cem-lideres-ja-confirmaram-presenca-nario20/. Adaptado)

Um dos temas fundamentais de debate na Rio+20 será