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Na análise subjetiva de crédito, o tradicional modelo dos Cinco C's avalia o cliente sob diferentes perspectivas para minimizar os riscos da concessão. A partir da premissa de que cada um dos C's representa uma dimensão específica da avaliação de crédito, a análise do "Colateral" corresponde à:
A gestão de risco exige a definição de políticas de provisionamento para perdas esperadas. Em agências de fomento, essas provisões impactam diretamente o resultado financeiro disponível para novos reinvestimentos.
Com base nisso, qual dos fatores abaixo tem o maior peso na necessidade de aumentar o nível de provisionamento de uma determinada operação de crédito já contratada?
A revisão de crédito é uma atividade periódica essencial para atualizar a percepção de risco sobre os clientes ativos. Durante esse processo, o analista percebe que um grande tomador de recursos teve uma queda brusca em seu Rating de mercado. Nesse sentido, qual deve ser a conduta técnica imediata no âmbito da gestão de riscos para proteger os recursos da agência de fomento?
O Acordo de Basileia I estabeleceu recomendações para as exigências mínimas de capital para instituições financeiras internacionalmente ativas para fins de mitigação do risco de crédito. As recomendações conhecidas como Basileia II, revisão do primeiro Acordo, agregou princípios para uma avaliação mais precisa dos riscos incorridos por instituições financeiras internacionalmente ativas. São os chamados Pilares para a regulação prudencial:
I. Incentivo à disciplina de mercado por meio de requerimentos de divulgação ampla de informações relacionadas aos riscos assumidos pelas instituições.
II. Critérios para o cálculo dos requerimentos mínimos de capital.
III. Princípios de supervisão para a revisão de processos internos de avaliação da adequação de capital, de forma a incentivar a aplicação, pelos próprios supervisionados, de melhores práticas de gerenciamento de riscos por meio do seu monitoramento e mitigação.
Está(ão) CORRETA(S)
As garantias desempenham um papel de mitigação de perda em caso de inadimplência (LGD), funcionando como uma segunda via de saída para a operação de crédito. Em agências de fomento, é comum a utilização de garantias reais e fidejussórias. Ao estruturar uma operação de longo prazo para aquisição de máquinas, qual o papel correto das garantias no processo de decisão de crédito sob a ótica da gestão de riscos modernos?