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Considere a seguinte situação hipotética.

Um analista foi incumbido de construir um sistema de comunicações seguro baseado em uma combinação de cifragem simétrica e esteganografia no qual as mensagens trocadas entre o emissor (E) e o destinatário (D) sejam sempre de pequeno tamanho e que apenas uma pequena quantidade de mensagens seja eventualmente trocada durante todo o ciclo de vida do sistema. De acordo com os critérios de segurança do sistema, deverá ser provida absoluta confidencialidade do teor das mensagens, em detrimento de integridade e disponibilidade. Para tal tarefa, o implementador dispõe de um gerador de números aleatórios de elevadíssima qualidade, mas precisa fazer uma implementação de grande simplicidade. Esses critérios e o desenho do sistema de cifragem não são conhecidos pelo oponente (O).
Nessa situação, é mais adequado que o implementador do sistema adote um modelo com base na técnica de one-time pad, que utiliza uma cifra de fluxo, em vez de um modelo baseado no algoritmo DES (data encription standard), que utiliza cifra de bloco.

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Quando do uso de criptografia simétrica, as transformações relacionadas à segurança, realizadas nos lados do emissor (E) e do destinatário (D), devem ser efetuadas com o uso de uma informação secreta denominada chave. Essa chave pode ser permanente ou transitória, conforme o desenho dos algoritmos e protocolos de criptografia empregados. No caso do protocolo https, por exemplo, empregam-se, entre outros aspectos, dois tipos de chaves: chaves criptográficas simétricas e transitórias, bem como chaves assimétricas permanentes. Adicionalmente, chaves de ambos os tipos podem ser geradas no lado do emissor (E) ou do destinatário (D) da mensagem, bem como são trocadas com o outro lado por meio de um canal de confiança estabelecido com um terceiro confiável (TC), que é comum ao emissor e ao destinatário.
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As ameaças e perturbações da ordem pública que podem, eventualmente, afetar o funcionamento de uma organização pública federal, mesmo que apenas indiretamente relacionadas aos sistemas de tecnologia da informação e comunicação (TIC) dessas organizações, devem ser consideradas nas diretrizes de implementação de controle de proteção do meio ambiente e contra ameaças externas, conforme previsto na norma 17799/2005.
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Considerando-se que, em muitas organizações públicas, há urgência na adoção de controles visando-se à melhoria do atual nível de segurança da informação, um administrador de segurança da informação deve implementar, independentemente da análise e da avaliação de riscos de segurança da informação em curso, um conjunto de controles mínimos - controles primários -, os quais, segundo a norma 17799/2005, devem ser implementados em todos os casos.
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Segundo a norma 17799/2005, no caso de desenvolvimento de software por mão-de-obra terceirizada, é necessário estabelecer controles adicionais para testar e detectar, antes da instalação desse software, a presença de código troiano.