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Mulher de 63 anos, menopausada há 10 anos, procura atendimento por aumento progressivo do volume abdominal, distensão e sensação de plenitude pós-prandial nos últimos 3 meses. Refere perda ponderal involuntária, episódios de náusea e alteração do hábito intestinal (alternância entre constipação e evacuações amolecidas). Nega sangramentos genitais.
Ao exame físico, apresenta abdome globoso, com ascite moderada, sinal de macicez móvel e presença de nódulos duros em flanco direito (Sinal de Blumer). Ao toque vaginal, palpa-se massa anexial esquerda de consistência pétrea.
Exames laboratoriais revelam: CA-125: 640 U/m; Hemoglobina: 10,2 g/d; Albumina: 2,8 g/d; Creatinina: 1,1 mg/dL Uma tomografia computadorizada de abdome/pelve evidencia: massa anexial sólida e cística à esquerda (6,5 cm), espessamento difuso do peritônio com implantes nodulares, ascite volumosa e linfonodomegalia retroperitoneal.

O diagnóstico mais provável, a preparação adequada do paciente e o tratamento de escolha são, respectivamente,
Paciente do sexo feminino, 52 anos, com antecedente de histerectomia total por via abdominal há 5 anos, dá entrada no pronto-socorro com dor abdominal difusa em cólica, iniciada há 24 horas, associada a náuseas, vômitos biliosos e ausência de eliminação de flatos e fezes desde então. Refere episódios semelhantes mais leves nos últimos dois anos, resolvidos espontaneamente. Ao exame físico, apresenta abdome distendido, ruídos hidroaéreos aumentados em timbre metálico, dor difusa à palpação, sem sinais de peritonite. O toque retal sem sangue ou massas.

Uma radiografia de abdome em pé mostra níveis hidroaéreos em alças de delgado com padrão em “pilha de moedas”. A tomografia computadorizada (TC) confirma obstrução de delgado com ponto de transição único, presença de alças distendidas, sem pneumoperitônio ou sinais de isquemia. Exames laboratoriais com leucócitos de 11.000/mm³ e lactato normal.

O diagnóstico mais provável e a melhor conduta terapêutica inicial, para essa paciente, são 
Um homem de 39 anos procura avaliação para cirurgia bariátrica. Refere ser obeso desde a adolescência, com múltiplas tentativas frustradas de perda de peso com dieta e atividade física. Relata histórico de refluxo gastroesofágico intenso, diagnosticado por endoscopia há 2 anos como esofagite grau C (Los Angeles). Também tem diabetes mellitus tipo 2 há 6 anos, atualmente mal controlado com metformina e insulina. Apresenta IMC de 42 kg/m², sem uso de álcool ou tabagismo. Nega sintomas depressivos ou compulsão alimentar grave.
Os exames complementares:

• Endoscopia: Esofagite grau C, sem hérnia hiatal;
• HbA1c: 9,2%;
• Eletrocardiograma e avaliação cardiológica pré-operatória: sem contraindicações;
• Avaliação psicológica: apto à cirurgia;
• Ultrassonografia abdominal: fígado esteatótico, sem litíase biliar.

A melhor técnica de cirurgia bariátrica indicada, nesse caso, é 
Homem de 58 anos, com história de colecistectomia por laparotomia há 8 anos, foi internado com diagnóstico de obstrução intestinal por bridas. Após 36 horas de tratamento conservador com hidratação, jejum, cateter nasogástrico e analgesia, mantém vômitos, dor abdominal e distensão. Não eliminou flatos. A ausculta revela ruídos hidroaéreos metálicos. Uma nova TC mostra persistência da distensão de alças delgadas, com mesmo ponto de transição. Sem pneumoperitônio ou sinais claros de isquemia. Lactato de 1,8 mmol/L, leucócitos 13.000/mm³.

Nesse caso, a melhor conduta para esse paciente será 
Uma paciente de 67 anos, previamente saudável, relata três episódios anteriores de dor no quadrante inferior esquerdo nos últimos dois anos, sempre associados à febre e tratados com antibióticos orais em regime ambulatorial. Há 10 dias, apresenta dor abdominal contínua e cólicas, com distensão progressiva, ausência de evacuações e flatulência há 3 dias.
Ao exame físico, há abdome distendido, ruídos hidroaéreos diminuídos e dor difusa à palpação, sem sinais de peritonite. Os exames laboratoriais revelam leucocitose de 14.500/mm³ e PCR de 62 mg/L. Tomografia computadorizada evidencia cólon sigmoide com espessamento parietal importante, estreitamento luminal e moderada distensão colônica a montante. Não há sinais de perfuração nem de abscesso.

O diagnóstico mais provável e a melhor conduta para essa paciente são