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A Psicologia dos Fatores Humanos é uma especialidade da Psicologia Organizacional, na interface com a Engenharia, que estuda meios de aprimorar o desenho e as funções das máquinas e o ambiente de trabalho para melhor atender às necessidades das pessoas. Entre as contribuições de Frank Gilbreth, está o clássico estudo do assentamento de tijolos. Ele observou que, na construção de uma parede, os pedreiros eram forçados a agachar centenas de vezes por dia para apanhar os tijolos. Resolveu elevar os tijolos ao nível das mãos do pedreiro para que ele não tivesse que se agachar. Somente essa mudança aumentou a produtividade em 200%. Dos estudos desenvolvidos pelo casal Gilbreth, os mais relevantes foram:
Segundo Bergamini (1992, p.84), “a convivência entre as pessoas é um fato marcante em termos do destino da vida de cada um. O sucesso ou insucesso na formação de vínculos interpessoais é inegavelmente fonte de alegria ou sofrimento e pode, consequentemente, ser um poderoso determinante dos níveis dos sentimentos de autoestima de cada um”. Schutz postula necessidades de inclusão, controle e afeição. Ele enuncia assim o que chama de postulado das necessidades interpessoais:
Marque a alternativa INCORRETA. Ao criticar o ponto de vista convencional da tarefa administrativa, McGregor propõe alguns postulados que parecem estar subjacentes a ele e os denomina Teoria “X”, que são, a título de exemplo:
O psicólogo Jacob Levy Moreno concebe a personalidade de maneira diferente de Freud. Seu enfoque prende-se mais às características atuais e ao comportamento imediato. Ele mesmo diz que o que mais importa é o presente e não o passado, como valorizou Freud. Segundo a teoria do esquema de papéis, Moreno considera que o núcleo de nossa personalidade é formado:
As contribuições de Moreno e Lewin, em grande parte, dedicam-se a pesquisas junto ao campo da psicologia social, enfatizando o método da observação. Um exemplo marcante disso é o trabalho desenvolvido por Jacob Levi Moreno, quando lançou as bases de uma nova ciência conhecida como sociometria. Com tais estudos, consegue mostrar que há uma dinâmica interna totalmente diferente entre os grupos formais (realidade externa), facilmente observáveis, pois levam em geral o caráter oficial, e aquela dos grupos informais (realidade social). Observando a formação dos pequenos grupos, descobriu que as pessoas escolhiam e rejeitavam determinados indivíduos, e isso o levou a constituir o teste sociométrico, no qual solicitava que cada um escolhesse aqueles com quem gostaria de trabalhar e nomeasse aqueles que rejeitaria em tal situação. Com o resultado desse teste, montou o que chamou de: