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Um grupo de assistentes sociais que atua na rede de proteção à criança e ao adolescente em Alagoas discute a importância de uma intervenção profissional que vá além da mera constatação de problemas sociais. Eles buscam fundamentar suas práticas em um projeto ético-político que vise a transformação social e a garantia de direitos, refletindo sobre como construir conhecimento a partir da realidade.
Um assistente social recém-contratado para atuar em uma rede municipal de ensino de Maceió (AL) recebeu a orientação de focar suas intervenções em ações que promovam a pedagogia das competências e o protagonismo estudantil, visando a eficiência na gestão educacional. Essa diretriz, embora pareça moderna, diverge da concepção de educação emancipadora defendida pelo projeto ético-político do Serviço Social.
Um assistente social que atua em uma escola pública em São Sebastião (AL) foi solicitado a intervir no caso de um aluno com dificuldades de aprendizagem e problemas familiares. A equipe pedagógica sugeriu que o atendimento ocorresse em uma sala de reuniões informal nos corredores da escola, com a presença de outros profissionais não diretamente envolvidos no caso. O assistente social precisa decidir a melhor abordagem.
Um assistente social de um hospital público em Maceió (AL) observa que muitos pacientes em tratamento de doenças crônicas enfrentam dificuldades para acessar medicamentos e acompanhamento pós-alta, o que impacta diretamente a adesão ao tratamento e a qualidade de vida. O profissional entende que sua intervenção deve ir além do atendimento pontual no hospital.
Um assistente social atua em um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) em um município do interior de Alagoas, lidando com usuários em sofrimento psíquico e suas famílias. O profissional se depara com a necessidade de articular o cuidado em saúde mental com as políticas de assistência social e a garantia de direitos, buscando estratégias que promovam a reinserção social e a autonomia dos usuários.