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Considere uma Assembleia Legislativa responsável por sistemas eletrônicos de tramitação de projetos de lei e registros de votação, submetida a auditorias institucionais e a requisitos de conformidade baseados na norma ABNT NBR ISO/IEC 27001:2024 e na LGPD, operando em ambiente distribuído e sujeita à necessidade de apresentar registros de eventos como evidência técnica verificável sob contestação administrativa ou judicial, inclusive diante de possíveis tentativas de adulteração interna. Nesse cenário, o mecanismo que assegura a detectabilidade inequívoca de modificações na sequência histórica dos logs é
Uma Assembleia Legislativa opera um sistema de tramitação eletrônica com backup completo diário à Oh e backups incrementais realizados em intervalos regulares de 4 horas. O ambiente possui replicação assíncrona para um site de contingência, na qual as atualizações são propagadas periodicamente, admitindo defasagem limitada ao ciclo de replicação configurado. Em caso de falha do ambiente principal, a restauração por backups exige 100 minutos, enquanto a ativação do ambiente contingente depende da execução sequencial de cinco procedimentos operacionais de 5 minutos cada. Considerando um incidente ocorrido às 13h10 e a alternativa de recuperação que reduz simultaneamente a perda de dados e o tempo de indisponibilidade do serviço, o valor do RTO, em minutos, é
Uma Assembleia Legislativa implementa criptografia de dados sensíveis em repouso utilizando AES, sob requisito de confidencialidade e integridade sem aumento significativo de latência. Diante da necessidade de evitar vulnerabilidades como padding oracle e reutilização de IV, o modo de operação correto é
Uma instituição pública está sujeita a auditorias que exigem verificação de assinaturas digitais anos após sua emissão, inclusive em cenários onde certificados possam estar expirados ou revogados, assumindo o uso de infraestrutura de chaves públicas com mecanismos de validação e preservação de evidências ao longo do ciclo de vida das assinaturas. Nesse cenário, o recurso técnico que a instituição deverá utilizar é
Uma Assembleia Legislativa mantém uma base de dados de cidadãos para participação em consultas públicas digitais, observando requisitos de transparência e controle institucional. Com o objetivo de reduzir riscos aos titulares e limitar o tratamento ao mínimo necessário, adotou técnica de pseudonimização, com segregação da informação adicional de reidentificação em ambiente controlado e seguro. De acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), representa uma prática compatível com a técnica adotada e com o princípio da necessidade, a