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Mulher de 52 anos, previamente hígida, diagnosticada com adenocarcinoma de cólon sigmoide, apresenta, durante o estadiamento, carcinomatose peritoneal. A avaliação por imagem (Tomografia e Ressonância) não identifica metástases hepáticas ou pulmonares, e o Índice de Carcinomatose Peritoneal (PCI) é estimado em 7. A paciente mantém performance status (ECOG) 0 e é referenciada para avaliação em serviço de cirurgia oncológica com alto volume em doenças peritoneais. Considerando o caso, qual é a estratégia terapêutica mais apropriada nesse momento?
Um paciente de 55 anos, previamente hígido (ECOG 0), é diagnosticado com carcinomatose peritoneal. Diante disso, a equipe cirúrgica multidisciplinar avalia a elegibilidade para Cirurgia Citorredutora (CRS) associada à Quimioterapia Intraperitoneal Hipertérmica (HIPEC). Considerando os princípios e as indicações desse procedimento, assinale a situação clínica que melhor representa uma indicação clássica e com maior potencial de benefício oncológico.
No planejamento de uma colectomia videolaparoscópica por neoplasia, a equipe cirúrgica discute a estratégia para o estabelecimento do pneumoperitônio. O paciente é um homem de 65 anos, obeso (IMC 35) e com múltiplas cirurgias abdominais prévias (apendicectomia e colecistectomia abertas). Qual das seguintes condutas representa a melhor prática intraoperatória para esse caso, balanceando segurança e eficácia?
Em relação à aplicação da cirurgia minimamente invasiva (CMI) no tratamento de neoplasias abdominais, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. A magnificação ótica da laparoscopia oferece uma vantagem na estadiação, frequentemente revelando implantes peritoneais milimétricos que não foram detectados nos exames de imagem pré-operatórios (tomografia ou ressonância).
II. A validade oncológica da abordagem minimamente invasiva depende da adesão estrita aos pilares da cirurgia radical, incluindo dissecção linfonodal padronizada, obtenção de margens livres e técnica “notouch” para evitar disseminação tumoral.
III. Para o câncer gástrico precoce (EGC), a ressecção laparoscópica (distal ou total) é considerada uma alternativa segura e eficaz à cirurgia convencional em pacientes selecionados, demonstrando resultados oncológicos equivalentes a longo prazo quando realizada por equipes experientes.
IV. A presença de um tumor de cólon classificado como T4 constitui uma contraindicação ao acesso laparoscópico, visto que a manipulação cirúrgica por CMI aumenta invariavelmente as taxas de implantes em portas de trocarte.
Em relação à ressuscitação volêmica inicial do paciente queimado grave, diversos centros de referência têm adotado estratégias com volumes menores do que a fórmula clássica de Parkland (4 mL/kg/%SCQ), com o objetivo de reduzir o chamado fluid creep. Considerando a prática atual baseada em evidências, assinale a alternativa que melhor representa essa tendência moderna.