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O plano terapêutico para o atendimento de pacientes disfágicos deve ser individualizado e personalizado de acordo com a avaliação clínica e/ou instrumental da função de deglutição. Para melhorar a força e a eficiência da musculatura supra-hióidea, no plano terapêutico desse paciente deve constar uma manobra que, em sua descrição original, é solicitado que o paciente fique deitado, sem travesseiro e com os ombros encostados na cama, eleve a cabeça três vezes, por um minuto cada vez, e olhe para os próprios pés, sem elevar os ombros, descanse um minuto entre as elevações e depois realize trinta repetições consecutivas de elevação da cabeça, na mesma posição supina, três vezes ao dia, por seis semanas. Essa manobra costuma ser indicada para pacientes com disfunção no esfíncter esofágico superior e é denominada manobra: 
O conhecimento das variáveis relacionadas com a anatomia e fisiologia da deglutição são essenciais para a identificação de suas alterações e para o direcionamento do diagnóstico e do tratamento proposto pela equipe multiprofissional. Com relação à função de deglutição, é correto afirmar que: 
A presença de paralisia do VI (nervo abducente) e do VII (nervo facial) pares cranianos, com paralisia facial, normalmente bilateral, e alteração da movimentação do globo ocular, podendo, também cursar com micrognatia, pé torto congênito, sindactílias, estrabismo, comprometimentos de outros pares de nervos cranianos, deficiência mental e diversas alterações fonoaudiológicas (dificuldades de sucção, de articulação da fala, na mímica facial, alterações na produção vocal, nas condições de manipulação oral do utensílio ou alimento e na deglutição), são alterações clínicas compatíveis com a: 
Com relação aos conceitos sobre o mascaramento, assinale a opção correta.
J.G, paciente do sexo masculino, 50 anos, foi encaminhado pela Clínica de Neurologia com relatos de dor e perda de força muscular progressiva de membros inferiores, formigamento e paralisia flácida, com relatos de dificuldades na respiração e deglutição, iniciados após um evento infeccioso. Na avaliação fonoaudiológica da fala, apresentou hipernasalidade, imprecisão articulatória das consoantes, incompetência fonatória, frases curtas, monopitch e monoloudness, sendo, então, diagnosticado com disartria do tipo flácida. A partir da avaliação realizada e do histórico clínico do paciente, pode-se estar diante de um caso de: