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A Revolução de 1930 põe fim à hegemonia da burguesia do café (...). O episódio revolucionário expressa a necessidade de reajustar a estrutura do país, cujo funcionamento, voltado essencialmente para um único gênero de exportação, se torna cada vez mais precário. A oposição ao predomínio da burguesia cafeeira não provém, entretanto, de um setor industrial (...). Pelo contrário, dadas as características da formação social do país, há uma complementaridade básica entre interesses agrários e industriais. (Boris Fausto. A Revolução de 1930. São Paulo: Brasiliense,1972. p.112-114)


O movimento citado marcou o fim da República Velha e inaugurou uma forma de Estado que

Leia o poema abaixo.


ANCHIETA

Cavaleiro da mística aventura,

Herói cristão! nas provações atrozes

Sonhas, casando a tua voz às vozes

Dos ventos e dos rios na espessura:


Entrando as brenhas, teu amor procura

Os índios, ora filhos, ora algozes,

Aves pela inocência, e onças ferozes

Pela bruteza, na floresta escura.


Semeador de esperanças e quimeras,

Bandeirante de “entradas” mais suaves,

Nos espinhos a carne dilaceras:


E, porque as almas e os sertões desbraves,

Cantas: Orfeu humanizando as feras,

São Francisco de Assis pregando às aves.

Olavo Bilac. Tarde. In: Antologia: Poesias. São Paulo: Martin Claret,2002. p.3.

(Coleção a obra-prima de cada autor). Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000288.pdf


O poema do parnasiano Olavo Bilac enaltece o jesuíta espanhol José de Anchieta, que veio à América Portuguesa no século XVI. É correto afirmar que os jesuítas

Do século XVII ao XIX, capitais particulares possibilitaram o estabelecimento de antigos núcleos baleeiros e a exploração da pesca da baleia na costa brasileira. Engenho de frigir, casa grande da Armação, campanhas de baleeiros, capela, senzalas e dezenas de construções ergueram-se nas proximidades dos aglomerados humanos marítimos e lembraram o velho engenho de moer cana, para o qual convergiam as múltiplas dependências da antiga indústria açucareira. Concentraram técnicas, aparelhagens e mão-de-obra assalariada e servil, para as arriscadas lidas marítimas a primeira e a segunda destinadas às fábricas de beneficiamento do óleo das baleias e aos serviços terrestres, capital humano representado pelo escravo incorporado àquela indústria. (…) Tantos cuidados não receberam os assalariados… Quanto aos outros males, escravos estuporados, paralíticos de um ou mais membros, coxos, curvados pela cintura, defeituosos, reumáticos, de pé cortado, com erisipela ou com moléstia crônica, trêmulos, cegos, caolhos, atacados de gota, doentes do peito eram frequente e muitos denunciam certamente más condições de vida e de trabalho dos antigos entrepostos baleeiros do Brasil”..

GÂNDAVO, P. M. Tratado da Terra do Brasil: História da Província Santa

Cruz. Belo Horizonte: Itatiaia,1980 (adaptado).


Sobre o tema, é correto afirmar que o texto

Considere um polígono de n lados, com vértices A1, A2, ..., An, onde cada diagonal é determinada por um par ordenado de dois vértices, onde tais vértices não são consecutivos. Determine o número de diagonais de um polígono de n lados.

Seja a representação gráfica da função quadrática definida por f: ℝ → ℝ:

Quais os pontos intersectam os gráficos de f e g, definida pela função g: ℝ → ℝ, tal que g(x) = 1?


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