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"Os novos padrões de trabalho, pautados na introdução de novas tecnologias, implicam a máxima utilização da força de trabalho: cada trabalhador torna-se responsável pelo gerenciamento do seu trabalho e também um elo na integração cada vez maior na relação equipe/sistema. [...] O trabalhador deve ser capaz de analisar, tomar decisões, controlar situações inesperadas e, ao mesmo tempo, deve ter uma capacidade de comunicação e de trabalho coletivo, porque a natureza coletiva do trabalho e sua autonomia tornaram-se quase extrínsecos à organização do trabalho"

CESAR, M. J., in MOTA, A. E., org.: A nova fábrica de consensos. S. Paulo: Cortez, 1998, p. 138.

Tendo o texto como referência, analise as afirmativas a seguir.

I - A organização e o controle do trabalho mencionados no texto são típicas do pós-fordismo.
II - A gestão da força de trabalho, empregada nas condições explicitadas no texto, implica a consideração da subjetividade do trabalhador.
III - A cultura empresarial adequada a esse modo de gestão da força de trabalho foi antecipada pela administração taylorista.

Está correto o que se afirma em

"No processo de assessoria, o assessor contribui por ser um agente externo e ter um olhar diferenciado e especializado sobre a questão problemática, enquanto o assessorado contribui com o mapeamento das demandas e a facilitação das informações mais íntimas a ele em suas rotinas, necessárias à desconstrução do problema".

FONSECA, T. M. A., in BRAVO, M. I. S. e MATTOS, M. C., orgs., Assessoria, consultoria & Serviço Social. Rio de Janeiro: 7Letras, 2006, p. 68

Dessa concepção de assessoria, NÃO se pode inferir que

Em um processo de assessoria, alerta um pesquisador que

"é necessário que os assessores tomem muito cuidado com as demandas que inicialmente são solicitadas. Não que estas estejam erradas, mas quase sempre são apenas expressões, partes fenomênicas, da demanda real da assessoria".

MATTOS, M. C., "Assessoria, consultoria, auditoria, supervisão técnica"
in CFESS/ABEPSS, Serviço Social: direitos sociais e competências
profissionais. Brasília: CFESS/ABEPSS, 2009, p. 523.

Para apreender a demanda real em sua essencialidade, os assessores devem

As fronteiras entre assessoria e consultoria não são facilmente delimitáveis e, por isso, os dois termos são frequentemente tomados como sinônimos; no entanto, os termos não podem ser compreendidos rigorosamente como equivalentes, uma vez que a(o)
Cada vez mais, o assistente social se insere em atividades de intervenção e de pesquisa com outros profissionais. Torna-se cada vez mais raro o trabalho isolado e mais frequente a atuação em equipes que reúnem profissionais de áreas e especialidades diferentes. Tais equipes de trabalho podem ser multidisciplinares, interdisciplinares e transdisciplinares, conforme a distinção abaixo.

- A multidisciplinaridade supõe profissionais diferentes atuando sobre a mesma questão, trocando informações e coordenados por via essencialmente administrativa, que propicia o acompanhamento das ações e a sua avaliação.
- A interdisciplinaridade implica a interação entre profissionais diversos que, a partir de uma questão, identificam uma problemática comum sobre a qual intervirão, havendo entre eles reciprocidade e relações horizontalizadas.
- A transdisciplinaridade é uma radicalização da interdisciplinaridade, conduzindo à criação de um campo teórico, operacional ou disciplinar de tipo novo e mais amplo.

Com base nessas definições, o assistente social deve