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Mulher, 65 anos, com histórico de hipertensão tratada com hidroclorotiazida, apresenta-se com dispneia e dor torácica intensa irradiada para as costas. O exame físico inicial revela pressão arterial de 205 × 98 mmHg, estertores pulmonares em bases e alterações inespecíficas do segmento ST no eletrocardiograma. A radiografia de tórax está ilustrada a seguir:

Q27.png (355×322) (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Em face do exposto, qual é a melhor conduta inicial? 

Mulher de 56 anos chega ao pronto-socorro com dispneia. Refere piora progressiva dos sintomas nas últimas 2 semanas. História médica: câncer de mama tratado recentemente com quimioterapia. Exame físico da admissão: PA: 88 × 64 mmHg; FC: 112 bpm; SpO2: 94% em ar ambiente. Presença de turgência jugular, bulhas cardíacas taquicárdicas, sem sopros; pulmões limpos; ausência de edema de membros inferiores; extremidades frias. ECG: taquicardia sinusal. Ecocardiograma à beira-leito: função do VE hiperdinâmica; grande derrame pericárdico circunferencial. Os exames laboratoriais ainda não estão disponíveis.


Assinale a alternativa que apresenta a conduta imediata mais apropriada, antes do tratamento definitivo.

Mulher, 65 anos, com histórico de diabetes mellitus e hipertensão, é avaliada por dor torácica aos esforços. Foi realizada cintilografia do miocárdio associada ao estresse físico (teste ergométrico), que evidenciou isquemia induzida no ápice e na parede anterior do ventrículo esquerdo, com fração de ejeção de 45%. Suas medicações atuais incluem: aspirina, lisinopril, atorvastatina, metformina, metoprolol e mononitrato de isossorbida. Ao exame físico: afebril, PA 130 × 72 mmHg; FC 72 bpm; FR 16 irpm. Função renal normal.


Qual é o próximo passo mais apropriado na investigação diagnóstica dessa paciente?

Mulher, 41 anos, previamente saudável, apresenta hipertensão arterial de início recente, com valores persistentes em torno de 170–180 x 100–110 mmHg, apesar do início de terapia com um bloqueador de canal de cálcio e um inbidor da ECA.


Refere episódios de sudorese fria, ansiedade intensa súbita, cefaleia pulsátil, e palpitações irregulares, geralmente precipitados por mudança de posição ou durante evacuação. Nega tabagismo, e a função renal é normal. Exames iniciais mostram:


Potássio: 4,3 mEq/L.


Sódio: 140 mEq/L.


Creatinina: 0,7 mg/dL.


TSH: normal.


ECG: extrassístoles supraventriculares frequentes.


Cintilografia de tireoide: normal.



Entretanto, o médico nota que as metanefrinas plasmáticas estão limítrofes e que os episódios hipertensivos são muito irregulares, com períodos de pressão arterial normal entre as crises. A paciente também relata que, há meses, percebe nódulos indolores nos lábios e episódios de diarreia esporádica.


Qual etiologia deve ser fortemente considerada como causa da hipertensão dessa paciente?

Mulher, 29 anos, retorna para consulta de seguimento. Sua história médica inclui psoríase e hipertensão mal controlada, mesmo utilizando 3 medicamentos anti-hipertensivos. Ela nega tabagismo. Eletrólitos e função renal estão normais. Exames laboratoriais foram negativos para feocromocitoma.


Considerando a faixa etária e prevalência, qual é a causa mais provável da hipertensão secundária dessa paciente?