Questões de Concurso
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Questões por página:
( ) Realizar uma limpeza semanal de comedouros e bebedouros.
( ) Evitar a superpopulação de animais em um mesmo ambiente.
( ) A vacinação é obrigatória.
( ) Isolar animais doentes ou que estejam em tratamento contra doenças infectocontagiosas.
( ) Após ter contato com o animal ou realizar a limpeza das instalações em que o animal vive, o ser humano deve higienizar as suas mãos.
I. Sintomas do cachorro na fase respiratória: tosse, pneumonia em cachorro, secreção no nariz e nos olhos, dificuldade de respirar, febre, cansaço. Cinomose se não for tratada corretamente aqui pode acabar evoluindo para outras fases.
II. Sintomas de cinomose canina na fase gastrointestinal: diarreia, vomito, falta de apetite, dor no abdômen.
III. Sintomas de cinomose canina na fase neurológica: tremores, contrações musculares involuntárias, convulsões, paralisia, alterações de comportamento e dificuldade motora.
IV. Sintomas da cinomose também podem afetar a pele e os olhos do animal, como: pústulas no abdômen, hiperqueratose de coxins e focinho, conjuntivite, lesão na retina.
I. Criptococose pulmonar: febre, tosse, dor no peito, perda de peso, fraqueza.
II. Criptococose no sistema nervoso central: dor de cabeça, febre, náusea, vomito, confusão mental, rigidez de nuca, alterações de visão.
III. Criptococose cutânea: aparecimento de várias lesões avermelhadas, contendo secreção amarelada no centro, semelhantes a espinhas; aparecimento de erupções cutâneas vermelhas em uma região específica ou por todo o corpo; ulcerações ou massas subcutâneas, semelhantes a tumores.
IV. A criptococose pode atingir qualquer parte do corpo, causando lesões como as oculares e ósseas.
V. Em pacientes imunocompetentes, observa-se meningoencefalite de forma aguda ou crônica, com dor nos olhos e na cabeça, usualmente sem febre ou com quadro febril pouco expressivo, que evolui para dor de cabeça intensa e presença de sinais mais graves, como estrabismo, paralisia facial e cegueira total ou parcial.
Ainda sobre a esporotricose, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A esporotricose pode ser diagnosticada por meio de uma correlação entre dados clínicos, epidemiológicos e laboratoriais. A confirmação diagnóstica laboratorial é feita por meio do isolamento do fungo obtido de material de biópsia ou aspirado de lesões. Nos casos mais graves, outras amostras, tais como escarro, sangue, líquido sinovial e líquor podem ser analisadas, de acordo com os órgãos afetados.
( ) Técnicas sorológicas são ferramentas diagnósticas que auxiliam no resultado rápido tanto nos indivíduos que apresentam formas clínicas cutâneas quanto atípicas, inclusive manifestações sistêmicas de esporotricose. O resultado negativo em amostras suspeitas afasta o diagnóstico.
( ) O tratamento deve ser realizado antes da avaliação clínica, com orientação e acompanhamento médico. A duração do tratamento pode variar de três a seis meses, ou mesmo um ano, até a cura do indivíduo. Os antifúngicos utilizados para o tratamento da esporotricose humana são o itraconazol, o iodeto de potássio, a terbinafina e o complexo lipídico de anfotericina B, para as formas graves e disseminadas.
( ) A principal medida de prevenção e controle a ser tomada é evitar a exposição direta ao fungo. É importante usar luvas e roupas de mangas longas em atividades que envolvam o manuseio de material proveniente do solo e plantas, bem como o uso de calçados em trabalhos rurais. Os indivíduos com lesões suspeitas de esporotricose devem procurar atendimento médico, preferencialmente um dermatologista ou infectologista, para investigação, diagnóstico e tratamento.
( ) Toda e qualquer manipulação de animais doentes pelos seus donos e veterinários deve ser feita com o uso de equipamentos de proteção individual (EPI). Além disso, animais com suspeita da doença não devem ser abandonados, assim como o animal morto não deve ser jogado no lixo ou enterrado em terrenos baldios, pois isso manterá a contaminação do solo. Recomenda-se a incineração do corpo do animal, de maneira a minimizar a contaminação do meio ambiente e, assim, interromper o ciclo da doença.
1. Esporotricose cutânea.
2. Esporotricose linfocutânea.3. Esporotricose extracutânea.
4. Esporotricose disseminada.
( ) É a forma clínica mais frequente; são formados pequenos nódulos, localizados na camada da pele mais profunda, seguindo o trajeto do sistema linfático da região corporal afetada. A localização preferencial é nos membros.
( ) Acontece quando a doença se dissemina para outros locais do organismo, com comprometimento de vários órgãos e/ou sistemas (pulmão, ossos, fígado).
( ) Quando a doença se espalha para outros locais do corpo, como ossos, mucosas, entre outros, sem comprometimento da pele.
( ) Caracteriza-se por uma ou múltiplas lesões, localizadas principalmente nas mãos e braços.