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O cuidado ao paciente com doença mental modificou-se ao longo dos anos, sofrendo grande influência da Reforma Psiquiátrica Brasileira. Uma das mudanças que podem ser citadas é no planejamento do cuidado ao paciente com base no exercício de uma clínica ampliada, que pressupõe o emprego de dispositivos como o Projeto Terapêutico Singular (PTS), de maneira a deslocar-se do sintoma e da doença para o sofrimento e o contexto em que eles aparecem. No que se refere ao PTS, analise as afirmativas a seguir:

I. O PTS pode ser definido como uma estratégia de cuidado que articula um conjunto de ações resultantes da discussão e da construção coletiva de uma equipe multidisciplinar e leva em conta as necessidades, as expectativas, as crenças e o contexto social da pessoa ou do coletivo para o qual está dirigido.

II. A utilização do PTS como dispositivo de intervenção desafia a organização tradicional do processo de trabalho em saúde, pois pressupõe a necessidade de maior articulação interprofissional e o emprego das reuniões de equipe como um espaço coletivo sistemático de encontro, reflexão, discussão, compartilhamento e corresponsabilização das ações com a horizontalização dos poderes e conhecimentos.

III. O PTS pode ser empregado como analisador qualitativo e apregoado para todos os usuários dos serviços estratégicos de Saúde Mental, como os Caps; na Atenção Básica é imprescindível a elaboração de um PTS a todos os pacientes atendidos que possuam doenças mentais.

Assinale

Com o intuito de priorizar o atendimento aos pacientes pela avaliação de sua situação de saúde e riscos apresentados, alguns protocolos estão sendo empregados mundialmente com o intuito de realizar o acolhimento e a classificação de risco do paciente. Nesse sentido, pode-se citar o protocolo de Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco, lançado em 2004 pelo Ministério da Saúde, que busca estabelecer uma ordem de atendimento baseado no risco do paciente e seu estado de saúde, de forma que o paciente poderá ser classificado em quatro níveis ou cores. Cada cor simboliza o estado do paciente e determina a gravidade do caso e prioridade para que o atendimento ocorra. Assim, é correto afirmar que um paciente politraumatizado com Glasgow entre 13 e 15, sem alterações de sinais vitais, deve ser classificado como nível de atendimento
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A população indígena brasileira é estimada em, aproximadamente,370.000 pessoas, pertencentes a cerca de 210 povos, falantes de mais de 170 línguas identificadas. Cada um desses povos tem sua própria maneira de entender e se organizar diante do mundo, que se manifesta nas suas diferentes formas de organização social, política, econômica e de relação com o meio ambiente e ocupação de seu território. Diferem também no que diz respeito à antiguidade e experiência histórica na relação com as frentes de colonização e expansão da sociedade nacional, havendo desde grupos com mais de três séculos de contato intermitente ou permanente, principalmente nas regiões litorânea e do Baixo Amazonas, até grupos com menos de dez anos de contato. Há indícios da existência de 55 grupos que permanecem isolados, sendo que, com 12 deles, a Fundação Nacional do Índio, Funai, vem desenvolvendo algum tipo de trabalho de reconhecimento e regularização fundiária. Por outro lado, há também aqueles, como os Potiguara, Guarani e Tupiniquim, cujos ancestrais presenciaram a chegada das primeiras embarcações que cruzaram o Atlântico há cinco séculos.

Com base nesse cenário, no que concerne à Política Nacional de Atenção à Saúde dos povos indígenas, assinale a alternativa correta.

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Analise o quadro a seguir:

Imagem associada para resolução da questão

a. Não apresenta prurido ou exsudação.

b. Evolução craniocaudal.

c. Apresenta fotofobia.

d. Pode ocorrer na complicação.


(Comparação da frequência dos principais sinais e sintomas ocasionados pela infeção pelos vírus dengue, chikungunya e Zika vírus - Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim Epidemiológico - Volume 46 - nº 26 - 2015 - Febre pelo vírus Zika: uma revisão narrativa sobre a doença.)

Sr. J.E.A.F., homem de 20 anos de idade, solteiro, estudante, brasileiro, católico e residente na cidade do Rio de Janeiro. Sem qualquer histórico relevante. Em um exame préadmissional para um emprego, realizou exame hematológico de rotina, no qual se evidenciou uma leucometria de 62.000mm³. Foi encaminhado para um hematologista, o qual realizou mielograma e biópsia de medula óssea, sendo diagnosticado leucemia mieloide crônica. Foi encaminhado para o Instituto Nacional de Câncer (Inca/MS) e admitido pela Unidade de Pacientes Externos do Centro Nacional de Transplante de Medula Óssea, com indicação para o transplante de medula óssea (Fonte: Brasil, Ministério da Saúde. Ações de enfermagem para o controle do câncer – cap.5 – casos clínicos, 2005).
Considerando a situação descrita e os princípios norteadores da atuação do Enfermeiro na Captação e Transplante de Órgãos e Tecidos, analise as afirmativas a seguir:
I. Destaque-se com diálogo entre o paciente e a enfermeira durante a consulta de enfermagem e nas reuniões educativas pois são ações secundárias diante do aporte tecnológico de alta densidade nos casos de transplante de medula óssea apresentado na questão-problema. II. O papel da enfermagem na fase pré-transplante é assegurar que os pacientes e seus familiares sejam adequadamente preparados para o que está por vir. A enfermagem exerce papel de orientar o paciente, a família e o doador de medula óssea. III. Deve-se ter certos cuidados, tendo em vista que os riscos ocupacionais inerentes ao trabalho com Transplante de Medula Óssea são circunstanciais, sendo que o emprego de Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva (EPI e EPC) e exames periódicos da equipe são postergados sempre que necessário. IV. Ao Enfermeiro incumbe aplicar a SAE em todas as fases do processo de doação e transplante de órgãos e tecidos ao receptor, doador e família, que inclui o acompanhamento pré e pós-transplante (no nível ambulatorial) e transplante (intrahospitalar).
Assinale