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Um paciente de 65 anos, hipertenso e com histórico de infarto agudo do miocárdio, apresenta-se com queixas de insônia e ansiedade. O médico assistente considera a prescrição de um ansiolítico para auxiliar no controle dos sintomas, visando melhorar a qualidade de vida do paciente. A escolha do medicamento deve considerar o perfil farmacológico e a segurança do paciente.
Uma equipe de saúde da família está empenhada em implementar a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) no município. Para otimizar o atendimento, a equipe se organiza em unidades básicas de saúde (UBS) com diferentes configurações de equipes, buscando abranger as necessidades da população local. A estrutura e o financiamento das equipes são aspectos cruciais para a efetividade da atenção primária.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) publicou novas diretrizes sobre a regulação de medicamentos genéricos, visando ampliar o acesso da população a tratamentos eficazes e com menor custo. Essas medidas fazem parte de um esforço contínuo para fortalecer a assistência farmacêutica e garantir a qualidade dos produtos comercializados no país, em conformidade com a legislação sanitária.
Um hospital universitário está revisando seu protocolo de padronização de medicamentos para garantir a segurança e a eficácia terapêutica. O comitê de farmácia e terapêutica avalia a inclusão de novos fármacos e a descontinuação de outros, considerando critérios como custo-benefício, disponibilidade, evidências científicas e o perfil epidemiológico dos pacientes atendidos. A padronização visa otimizar o uso de recursos e a qualidade do cuidado.
A Constituição Federal de 1988 consagra a saúde como um direito fundamental e um dever do Estado, estabelecendo diretrizes para sua garantia por meio de políticas sociais e econômicas. A universalidade e a igualdade no acesso às ações e serviços de saúde são princípios norteadores desse direito.