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A prescrição de exercício aeróbio em pacientes cardiopatas deve considerar parâmetros fisiológicos individualizados, garantindo segurança e efetividade. Um paciente de 60 anos, portador de cardiopatia isquêmica estável, apresenta frequência cardíaca (FC) de repouso igual a 70 bpm e frequência cardíaca máxima estimada em 160 bpm. Pretendese prescrever exercício aeróbio em intensidade moderada, utilizando 60% da frequência cardíaca de reserva, conforme o método de Karvonen, que consiste em calcular a diferença entre FCmáx e FCrepouso, aplicar o percentual desejado e somar novamente à FC de repouso.

Diante desses dados, a frequência cardíaca alvo aproximada para a prática do exercício é
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A síndrome da fragilidade constitui um fenótipo clínico caracterizado por vulnerabilidade aumentada e maior risco de desfechos adversos em idosos. Um paciente de 81 anos, acompanhado na Atenção Básica, apresenta velocidade de marcha reduzida (0,66 m/s em teste de 4 metros), perda de peso não intencional no último ano e fadiga recorrente em atividades básicas como banho e vestuário.

Com base nos critérios clássicos de fragilidade e em sua relevância prognóstica, a interpretação desse quadro é
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No âmbito da Estratégia Saúde da Família (ESF), o fisioterapeuta integrante do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF) identifica elevada prevalência de Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) entre costureiras que atuam em domicílio, em condições precárias de ergonomia, com jornadas prolongadas e ausência de suporte organizacional.

Com base nos princípios da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e na lógica da Saúde Coletiva, que valorizam a vigilância em saúde, a promoção de ambientes laborais saudáveis e a articulação intersetorial, a conduta do fisioterapeuta deve ser:
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A espirometria é um exame fundamental para caracterizar padrões ventilatórios e, no contexto da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), permite identificar alterações funcionais que orientam condutas terapêuticas e estratégias de reabilitação. Um paciente de 65 anos, tabagista crônico, com diagnóstico prévio de DPOC moderada, apresenta VEF1 de 1,4 L (50% do previsto), CVF de 3,0 L e relação VEF1/CVF de 46%, além de queixas de dispneia aos esforços e limitação nas atividades de vida diária.

Considerando os critérios de interpretação espirométrica e a correlação clínica, o padrão ventilatório identificado é
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Mulher de 62 anos, sete meses após um AVC isquêmico, apresenta hemiparesia leve, marcha em circundução e dificuldade para subir escadas sem apoio. Os familiares acreditam que não há mais possibilidade de ganhos funcionais.

À luz dos conceitos contemporâneos de neuroplasticidade e reabilitação neurológica, a situação descrita corresponde à compreensão de que