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A condução de veículo de transporte escolar com o limpador de para-brisa inoperante durante a chuva constitui uma infração de trânsito grave, além de representar uma condição adversa que compromete diretamente a segurança da condução.
Caso o equipamento registrador instantâneo inalterável de velocidade e tempo (tacógrafo) apresente defeito durante a rota, o condutor deve anotar manualmente, no verso do próprio disco ou em registro à parte, os dados da viagem que o aparelho não pôde registrar, e comunicar o fato à empresa ou ao responsável pelo veículo assim que possível.
A sequência correta de ações do motorista ao parar para o desembarque de alunos em uma via urbana inclui: sinalizar a intenção de parar com antecedência, posicionar o veículo junto à guia da calçada, acionar as luzes de advertência (pisca-alerta) e, somente então, permitir a abertura da porta para a saída segura dos estudantes.
Ao dirigir sob neblina ou cerração densa, o condutor do transporte escolar deve acionar o farol alto para aumentar seu campo de visão e alertar os outros motoristas, mantendo a velocidade da via para não atrapalhar o fluxo.
Ao notar a saída de fumaça azulada pelo escapamento do veículo, um indicativo de queima de óleo do motor, a ação correta e segura do condutor é encontrar um local seguro para parar, verificar o nível do óleo e comunicar imediatamente a equipe de manutenção, evitando prosseguir a viagem se o problema persistir.