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Referindo-se ao uso ou não do sinal grave indicativo de crase, especifique a alternativa indevida.
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Aludindo-se à concordância verbal, defina a alternativa incorreta.
Indique a alternativa em que todas as palavras são acentuadas graficamente, segundo a mesma regra.
Em relação à língua, linguagem, variações linguísticas, leia as alternativas, coloque (V) verdadeira ou (F) falsa e evidencie a alternativa devida.

( ) Ao ouvir a palavra “árvore”, você reconhece os sons que a formam. Esses sons se identificam com a lembrança deles que está presente em sua memória. Essa lembrança constitui uma verdadeira imagem sonora, armazenada em seu cérebro – é o significante do signo “árvore”.
( ) Ao ouvir a palavra “árvore”, você logo pensa num “vegetal lenhoso cujo caule, chamado tronco, só se ramifica bem acima do nível do solo, ao contrário do arbusto, que exibe ramos desde junto ao solo”. Esse conceito, que não se refere a um vegetal particular, mas engloba uma ampla gama de vegetais, é o significado do signo “árvore”, também se encontra armazenado em sua memória.
( ) Diversos fatores podem originar variações linguísticas: geográficos, sociais, profissionais, situacionais.
( ) Quando o uso da língua abandona as necessidades práticas do cotidiano e passa a incorporar preocupações estéticas, surge a língua literária.
Reproduzimos aqui, algumas passagens do romance O Cortiço, de Aluísio Azevedo. Relacione as colunas e destaque a alternativa pertinente.

Coluna I.
A- João Romão.
B- Bertoleza.
C- Miranda.
D- Jerônimo.
E- Rita Baiana.

Coluna II.
1- “...Negociante português, estabelecido na Rua do Hospício com uma loja de fazendas por atacado.”
2- “... A força de touro (...) e talvez, principalmente, a grande seriedade do seu caráter e a pureza austera dos seus costumes.”
3- “E, no entanto, adorava o amigo, tinha por ele o fanatismo irracional das caboclas do Amazonas pelo branco a que se escravizam, (...) são capazes de matarse para poupar ao seu ídolo a vergonha do seu amor”.
4- “Ela saltou em meio da roda, com os braços na cintura, rebolando as ilhargas e bamboleando a cabeça, (...) como numa sofreguidão de gozo carnal, num requebrado luxurioso que a punha ofegante.”
5- Deixando de pagar todas as vezes que podia e nunca deixando de receber, enganando os fregueses, roubando nos pesos e nas medidas.