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Um adolescente de 16 anos apresenta febre, odinofagia intensa, linfadenopatia cervical e fadiga há 7 dias. Ao exame físico, observa-se hiperemia faríngea, placas esbranquiçadas nas tonsilas e esplenomegalia leve. Há suspeita clínica de mononucleose infecciosa, causada pelo vírus Epstein-Barr (EBV).

Qual é a abordagem mais adequada para confirmar o diagnóstico?
Uma paciente de 35 anos apresenta congestão nasal, dor facial leve a moderada na região maxilar, secreção nasal amarelada, febre (38,6°C) e gotejamento pós-nasal purulento há 6 semanas. Os sintomas começaram após um resfriado e persistem sem melhora significativa. O exame clínico mostra edema de mucosa nasal, sem sinais de complicações.

Com base na classificação de sinusite subaguda (4 a 12 semanas de duração) e nos critérios para infecção bacteriana, assinale a alternativa que indica corretamente o tratamento de escolha com uso de antibióticos.
Um paciente de 45 anos, portador de HIV com contagem de CD4 < 200 células/mm3, apresenta febre, tosse seca e dispneia progressiva há 5 dias. A radiografia de tórax mostra infiltrados intersticiais bilaterais difusos.

Com base no quadro clínico e no contexto de imunossupressão, qual é a abordagem para a pneumonia oportunista e o agente etiológico?
A diretriz principal que orienta a organização da Atenção Básica como base do SUS, com o modelo principal para organização territorializada, multiprofissional e integral, enfatizando o cuidado longitudinal e a resolutividade, é de:
No modelo hierarquizado do SUS, qual é a função primordial do nível de atenção primária à saúde (APS), atuando como porta de entrada preferencial e coordenadora do cuidado?