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Paciente do sexo feminino,51 anos, no 18º dia pós-operatório de mastectomia com linfadenectomia axilar, apresenta queixa de “cordões endurecidos”, visíveis e palpáveis que se estendem da axila até o cotovelo, associados a dor em “fisgada” e limitação da extensão do cotovelo e da flexão do ombro. Os sintomas tiveram início há 5 dias, com piora progressiva.

A fisiopatologia e a conduta fisioterapêutica indicada são, respectivamente,
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Paciente do sexo feminino,44 anos, com leucemia mieloide aguda, foi submetida à transplante de células-tronco hematopoiéticas (TCTH) alogênico há 20 dias. Encontra-se em isolamento protetor devido à imunossupressão, apresenta fadiga intensa, fraqueza muscular global e descondicionamento físico. A equipe de fisioterapia é solicitada para elaborar plano de reabilitação.

Considerando o contexto do pós-transplante de célulastronco hematopoiéticas, a conduta fisioterapêutica indicada é
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Paciente do sexo masculino,58 anos, com diagnóstico de osteossarcoma de tíbia proximal direita, foi submetido à amputação transfemoral devido à impossibilidade de cirurgia de preservação do membro. No 15º dia pós-operatório, apresenta edema residual no coto, ferida cicatrizada e boa evolução clínica. A equipe planeja o processo de reabilitação visando protetização.

As deformidades articulares que devem ser prevenidas no coto de amputação transfemoral e os recursos fisioterapêuticos indicados são, respectivamente,
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Paciente do sexo masculino,68 anos, com diagnóstico de doença de Parkinson (Hoehn & Yahr estágio 2) há 5 anos, apresenta rigidez muscular em membros superiores e inferiores, tremor de repouso em mãos, bradicinesia e episódios de congelamento da marcha (freezing). Possui também diabetes mellitus tipo 2 com hemoglobina glicada de 8,5% e neuropatia periférica leve em pés.

A conduta fisioterapêutica indicada para esse paciente, considerando as duas condições clínicas, é
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Criança do sexo masculino,18 meses, é levada pelos pais para avaliação fisioterapêutica em Unidade Básica de Saúde (UBS) por orientação da creche que frequenta. Durante a avaliação, o fisioterapeuta identifica atraso no desenvolvimento neuropsicomotor: a criança não deambula de forma independente, não fala palavras com significado e apresenta hipotonia global. O fisioterapeuta sugere encaminhamento para avaliação neuropediátrica, porém os pais discordam, afirmando que a criança é apenas "mais lenta" e que não há necessidade de investigação adicional.

De acordo com o Código de Ética da Fisioterapia, a conduta do profissional é