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FCPC - 2026 - UFC - CE - Pedagogo
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O estudo da Didática visa desenvolver o pensamento crítico e a ação compartilhada, com entendimento das práticas de ensino em um processo formativo de cunho social e crítico, ancorando-se na práxis e no trabalho coletivo, levando em consideração as implicações decorrentes do contexto sociopolítico, econômico, cultural e histórico, garantindo uma formação que não ocorra distanciada da vida social mais ampla. Em uma perspectiva histórica, a Didática estuda as tendências pedagógicas no contexto escolar para melhor compreender a trajetória e evolução histórica da educação e da Pedagogia.
Assinale a alternativa falsa acerca das tendências pedagógicas no contexto educativo.
Assinale a alternativa falsa acerca das tendências pedagógicas no contexto educativo.
Acerca da avaliação no âmbito da educação superior no Brasil, seja de iniciativa pública ou privada, o Ministério da Educação prevê e articula vários instrumentos e processos avaliativos para diagnosticar tal nível de ensino e propor políticas públicas educacionais. Segundo o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em relatório de 2021: “Uma instituição que produz muitos e bons papers (amplamente citados por outros cientistas) são as mesmas em que os alunos têm o melhor ensino na sala de aula? O melhor professor é aquele que mais publica artigos científicos? É aquele que tem mais prêmios? Ou aquele cujos alunos formados têm um índice maior de impacto, de liderança e de empregabilidade? As instituições de ensino superior tendem a ficar cada vez mais parecidas como resultado das avaliações? Ou futuras universidades passarão a se destacar justamente por serem diferentes da massa? São, todavia, questões centrais também quando a avaliação é conduzida pelo Estado e tem desdobramentos regulatórios. No Brasil, tanto a graduação quanto a pós-graduação são objetos de avaliação conduzida pelo Estado e com efeitos regulatórios. No limite, cursos e programas podem vir a ser descontinuados quando sistematicamente apresentam resultados considerados insatisfatórios nas avaliações”. Acerca dos dispositivos, instituições e processos avaliativos dos cursos de graduação nas IES no Brasil, é correto afirmar que:
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) aponta 10 competências para a formação do estudante da educação básica. Tais competências são articuladas com o mundo contemporâneo onde as tecnologias têm papel essencial na busca por conhecimento e no tratamento do mesmo. Vivemos uma revolução tecnológica, presente não apenas na educação, mas em todos os campos da sociedade. A BNCC define a tecnologia digital como uma das 10 competências gerais (Competência 5 - Cultura Digital), que discute e orienta pedagogicamente para que docentes e discentes utilizem e criem com ferramentas digitais de forma crítica, ética e reflexiva. Acerca de tal competência, podemos afirmar que:
I. A competência 5 da BNCC está atrelada para objetivos curriculares que trabalhem a formação do educando na perspectiva da cidadania digital;
II. O pensamento computacional e sua utilização pedagógica e formativa deve focar não apenas para a utilização técnica, mas como forma de produzir conhecimentos de forma ética e crítica;
III. Os objetivos curriculares da competência 5 estão atrelados, principalmente às TDIC (Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação) de maneira crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais.
I. A competência 5 da BNCC está atrelada para objetivos curriculares que trabalhem a formação do educando na perspectiva da cidadania digital;
II. O pensamento computacional e sua utilização pedagógica e formativa deve focar não apenas para a utilização técnica, mas como forma de produzir conhecimentos de forma ética e crítica;
III. Os objetivos curriculares da competência 5 estão atrelados, principalmente às TDIC (Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação) de maneira crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais.
As metodologias ativas trazem o questionamento para a educação contemporânea acerca do papel do ensino ativo e não passivo frente ao conhecimento e refletindo a função docente e discente no processo pedagógico. Segundo a Revista Nova Escola, “... já faz muito tempo que educadores do Brasil e do mundo fazem esse tipo de questionamento. “O próprio Paulo Freire já discutia essa questão, por exemplo, quando colocou o paradigma da educação bancária, fazendo a reflexão de que, na sala de aula com carteiras enfileiradas, os alunos ficavam ali, sentados, recebendo passivamente a Educação”, aponta Adolfo Tanzi Neto, doutor em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem, e especialista em metodologias ativas para o contexto escolar. A partir de reflexões críticas como essa, estudiosos e professores passaram a desenvolver pesquisas e a buscar práticas que permitissem trazer inovação para a sala de aula e, principalmente, colocar o aluno como protagonista do processo de construção do conhecimento. Como explica Débora Garofalo, professora e coordenadora de tecnologia e inovação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP), “a pandemia apenas tornou mais latente a necessidade do estudante ser visto em sua individualidade, numa busca por um ensino cada vez mais personalizado e ativo” (Revista Nova Escola,08/09/21). São exemplos de metologias ativas contemporâneas do ensino:
Um importante processo no currículo e no planejamento de ensino é a avaliação. Luckesi (2005) reflete sobre o papel da avaliação no sentido de diagnosticar a situação da aprendizagem, tendo em vista subsidiar a tomada de decisão para a melhoria da qualidade do desempenho do educando e da prática educativa. A avaliação não é uma simples verificação de resultados, deve oferecer uma análise de todo o processo educativo. Todos os agentes do processo educativo (professores e estudantes) devem acessar informações a partir do diagnóstico avaliativo que promovam questionamento contínuo, reflexão crítica e a adoção de medidas de reorientação e aprimoramento do processo pedagógico. Assim, a avaliação é concebida como uma etapa essencial do processo formativo, e não como um objetivo final em si mesma. Avaliar, segundo o autor, é um ato de amor, pois acolhe as dificuldades de aprendizagens dos alunos e replaneja novas “rotas” metodológicas. Segundo a perspectiva do autor Cipriano Luckesi sobre o ato de avaliar, é falsa a sentença: