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O uso crônico e indiscriminado de inibidores da bomba de prótons (IBPs) para o tratamento da doença do refluxo gastroesofágico é isento de riscos, não estando associado a efeitos adversos como aumento do risco de fraturas, deficiência de vitamina B12 ou infecções entéricas.

Em mulheres jovens, não gestantes e sem comorbidades, com quadro clínico de cistite aguda não complicada, o tratamento empírico com fosfomicina em dose única é uma das opções terapêuticas de primeira linha recomendadas pelos principais consensos.

Situação hipotética: Um paciente asmático, em tratamento regular com corticoide inalatório e beta-2 agonista de longa duração (LABA), procura atendimento com crise de dispneia. Assertiva: A medicação de resgate de primeira escolha para o alívio imediato dos sintomas é o beta-2 agonista de curta duração (SABA), como o salbutamol.
O diagnóstico de diabetes mellitus pode ser estabelecido, entre outros critérios, pela presença de uma hemoglobina glicada (HbA1c) com valor maior ou igual a 6,5%, desde que o teste seja realizado em laboratório certificado e, na ausência de hiperglicemia inequívoca com sintomas, seja confirmado com nova coleta.
Situação hipotética: Um paciente de 55 anos, hipertenso e diabético, em uso de losartana 100 mg/dia, apresenta pressão arterial de 150/95 mmHg no consultório e queixa de tosse seca persistente. Assertiva: A associação de um inibidor da enzima conversora de angiotensina (IECA) é a conduta mais adequada para otimizar o controle pressórico e resolver a tosse.