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Uma paciente de 45 anos submetida a transplante pulmonar bilateral por bronquiectasias associadas à fibrose cística começa a apresentar dispneia progressiva, sibilos e obstrução ao fluxo aéreo dois anos após o procedimento. A espirometria realizada há uma semana revela uma redução significativa do VEF1 em relação ao melhor valor pós-transplante. Uma biópsia transbrônquica descarta rejeição celular aguda. Qual é o diagnóstico mais provável, e qual seria o principal mecanismo fisiopatológico subjacente?
Um homem de 35 anos é admitido na UTI com insuficiência respiratória aguda após inalação de fumaça em um incêndio. Ele apresenta sinais de queimadura nas vias aéreas superiores e hipoxemia refratária. Qual é a abordagem inicial mais adequada para suporte ventilatório?
Uma paciente de 55 anos com obesidade mórbida (IMC 40 kg/m²) apresenta ao longo dos 10 últimos anos progressiva dificuldade para respirar durante o sono e cansaço extremo, piorando ainda mais nas últimas semanas. Ela também se queixa de cefaleia matinal. A gasometria arterial revela PaCO2 de 58 mmHg e pH de 7,32. Qual é a principal complicação dessa condição não tratada?
Um paciente homem de 58 anos, etilista crônico, é admitido em hospital terciário com tosse produtiva, febre alta há 10 dias e expectoração purulenta fétida. O exame físico revela estertores em base pulmonar direita e redução do murmúrio vesicular. Uma tomografia de tórax mostra uma lesão cavitária de 6 cm com nível hidroaéreo no lobo inferior direito. Qual é o agente etiológico mais provável do abscesso pulmonar neste paciente?
Em um paciente com DPOC avançada, a gasometria arterial evidencia medida crônica de PaCO2 de 65 mmHg e PaO2 de 58 mmHg. Apesar do uso de broncodilatadores e reabilitação pulmonar, ele apresenta exacerbações frequentes. Qual é o próximo passo terapêutico mais indicado?