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Relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Rotação externa.
2. Posição anatômica.
3. Rotação medial.
4. Rotação típica com fratura no quadril.
5. EIAS.
( ) Eixo longo do pé esquerdo externamente rodado (no lado da fratura do quadril). Pé direito não afetado e membro em posição neutra. Trocânter menor em rotação externa (esquerda) do membro mais visível, área do colo encurtada.
( ) Eixos longos do pé e membros inferiores igualmente rodados lateralmente numa posição normal relaxada. Colos femorais grandemente encurtados. Trocânter menor visível no perfil internamente.
( ) Eixos longos do pé e membros inferiores rodados internamente 15º a 20º. Cabeças femorais e colos de perfil. Incidência AP verdadeira dos fêmures proximais. Trocânter menor não visível ou pouco visível em alguns pacientes.
( ) Eixos longos do pé vertical. Colos femorais parcialmente encurtados. Trocânter menor parcialmente visível.
( ) Espinha iliaca antero superior.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) O último e maior osso facial é o maxilar inferior ou mandíbula. Único osso móvel do crânio adulto, esse grande osso facial, que é um único osso no adulto, provém de dois ossos separados, que se juntam, no bebê, para tornarem-se um por volta de 1 ano de idade.
( ) A forma da cabeça média é denominada mesocefálica. As medidas de calibre médio do crânio adulto são de 18 cm entre as eminências parietais (em perfil),19 cm da eminência frontal até a protuberância occipital externa (anteroposterior [AP] ou póstero-anterior [PA]) e 33 cm do ápice até abaixo do queixo (incidência SMV). Embora a maioria dos adultos tenha um crânio de tamanho e forma médios, existem exceções a esta regra. Uma regra geral para descrever o tipo mesocefálico do crânio é comparar a largura do crânio na eminência parietal com o comprimento medido da eminência frontal à protuberância occipital externa. Para uma média mesocefálica do crânio, a largura deve ser de 75% a 80% do comprimento.
( ) As imagens radiográficas digitais também fornecem uma imagem bidimensional das estruturas anatômicas, no entanto, elas são vistas em um monitor de computador e chamadas de radiografia em cópia eletrônica. Essas imagens são representações numéricas das intensidades dos raios X transmitidas através do paciente. Cada imagem digital é bidimensional e formada por uma matriz de elementos pictográficos chamados de pixels.
( ) Qualquer osso e suas partes, quando visualizados em uma posição oblíqua, são mais difíceis de reconhecer que o mesmo osso visto na incidência convencional frontal ou lateral. Uma vértebra não é exceção; entretanto, a imaginação pode nos ajudar no caso das vértebras lombares. Um bom ângulo oblíquo de 45° projeta as várias estruturas de tal maneira que parece com um “cachorro terrier”. A oblíquo da coluna lombar mostra os vários componentes do “cachorro terrier”. A cabeça e o pescoço do cachorro são provavelmente as características mais fáceis de reconhecer. O pescoço é um pars interarticularis (parte da lâmina que forma primariamente a região do ombro do cachorro). A orelha do cachorro é um processo articular superior, enquanto o olho é formado por um pedículo. Um processo transverso forma o focinho. As pernas dianteiras são formadas por um processo articular inferior.
( ) Termos de posicionamento que descrevem os ângulos do RC ou a relação entre as partes do corpo frequentemente estão relacionados a planos real, que passam através do corpo na posição anatômica. O estudo da TC, RM (ressonância magnética) e ultrassonografia (diagnóstico médico por ultrassom) enfatiza a anatomia seccional, que também envolve os planos primários do corpo e as seções, como descrito sequencialmente.