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A leitura e a produção textual, como processos indissociáveis, devem ser trabalhadas de forma contextualizada, permitindo que o aluno compreenda a função social da escrita e se aproprie de estratégias para interagir em diferentes esferas comunicativas.
A dimensão da oralidade, quando abordada no ensino da língua portuguesa, deve se restringir unicamente à correção fonética e entonação, sem considerar aspectos pragmáticos e contextuais da comunicação oral.
Os gêneros textuais orais e escritos, embora possuam características distintas e se manifestem em diferentes contextos comunicativos, não podem ser objeto de ensino-aprendizagem articulado, devido à sua natureza divergente.
Na perspectiva histórico-cultural, o processo de ensinar e aprender é visto como a transmissão passiva de conhecimentos do professor para o aluno, sem considerar a influência do contexto social e das experiências prévias do estudante.
A concepção de linguagem como forma de interação social pressupõe que a língua não é apenas um sistema de signos, mas um instrumento ativo na construção e negociação de significados entre os interlocutores.