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Disponível em https://cartum.folha.uol.com.br/2026/ 04/25/, acesso em 26 de abril de 2026. 


A tirinha de Fabiane Langona encena um percurso de autoavaliação que culmina em conflito com um juízo externo, enquanto o texto sobre IA discute a possibilidade de consciência a partir de critérios formulados por observadores. Considerando esse paralelo, é correto afirmar que 

Na Crítica da razão pura, o filósofo Immanuel Kant defende que as noções de espaço e tempo devam ser entendidas de que forma?
“A teoria do conhecimento, de David Hume, encontra-se na primeira das três partes do Tratado da Natureza Humana [...] e na Investigação Acerca do Entendimento Humano. [...] O ponto de partida é uma classificação de tudo aquilo que se dá a conhecer como sendo de dois tipos: impressões e ideias. As impressões são os dados fornecidos pelos sentidos, sejam internas – como a percepção de um estado de tristeza –, sejam externas, como a visão de uma paisagem ou a audição de um ruído”. Introdução de João Monteiro in HUME, David. Investigação acerca do entendimento humano. Tradução de Anoar Aiex. São Paulo: Nova Cultural, 1996, p. 8.
Usando as informações precedentes como referência inicial, de acordo com Hume, os princípios básicos de conexão entre as ideias seriam: 

Se a verdade reside na concordância de um conhecimento com o seu objeto, então esse objeto tem de ser distinguido de outros; pois um conhecimento é falso quando não concorda com o objeto a que é referido, mesmo que contenha algo que poderia perfeitamente valer acerca de outros objetos. Um critério universal da verdade seria, então, aquele que fosse válido a respeito de todos os conhecimentos independentemente de seus objetos. É evidente, no entanto, que, na medida em que se faz aí abstração de todo o conteúdo do conhecimento (referência ao objeto), e tendo em vista que a verdade diz respeito justamente a tal conteúdo, é inteiramente impossível e absurdo perguntar-se por uma característica da verdade desse conteúdo dos conhecimentos; e é evidente, portanto, que seria impossível fornecer um índice suficiente e ao mesmo tempo universal da verdade.


KANT, I. Crítica da razão pura. Petrópolis, RJ: Vozes; Bragança Paulista, SP: Editora Universitária São Francisco, 2015.


Na análise de textos filosóficos, distinguem-se as teses defendidas e os argumentos mobilizados.


Assinale a opção que apresenta corretamente essa distinção para o trecho citado.



Ao teorizar sobre as condições transcendentais do conhecimento, a filosofia crítica de Kant ofereceu uma resposta aos limites que havia identificado tanto na posição empirista quanto na posição racionalista.


Assinale a opção que expressa corretamente a posição crítica.