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Ao longo da história sempre que os educandos mudaram, a pedagogia e a docência foram tensionadas. Aí as tensões assumem um caráter mais radical: quando as imagens dos educandos se quebram, que acontecerá com nossas imagens docentes? Na Parte I do livro Imagens Quebradas– Trajetórias e tempos de alunos e mestres, Arroyo (2009) dialoga com as tensões vividas nas escolas diante dessas imagens perdidas, quebradas. A esse respeito, considere as seguintes afirmações:

I- É oportuno lembrar que os docentes se afirmaram por seu profissionalismo, seu preparo, seu protagonismo político, social e cultural. Os adolescentes e jovens também afirmam seu protagonismo nas escolas e na sociedade tanto por suas indisciplinas, quanto por sua nova presença no trabalho, na cultura, nos movimentos sociais.
II- Podemos continuar sonhando com alunos bons, alunos submissos, disciplinados, atentos, sem resistência, reação ou contestação. Condenaremos alguns alunos para salvar a imagem ordeira da maioria. Esta postura é a que mais aparece nos encontros docentes, porém não é a que mais acontece nas escolas.
III- As imagens cândidas, românticas de infância são as primeiras a destruir-se, como se não resistissem a uma infância e adolescência destruídas pela barbárie social e que nos assusta com suas condutas violentas e indisciplinadas.

São CORRETAS as afirmações:
Rousseau, um dos mais conceituados pensadores do Século XVIII, em sua obra Emílio ou da Educação, propôs um projeto para a formação de um novo homem e de uma nova sociedade, destacando os princípios gerais para uma educação de qualidade. A respeito, considere as seguintes afirmações:

I- Rousseau desenvolveu seu projeto educacional em consonância com seu tempo e a formação humana em geral proposta pela educação de sua época.
II- Rousseau apresenta uma proposta que valoriza a liberdade, bem como o desenvolvimento das faculdades das crianças.
III- Rousseau opõe-se à possibilidade de a criança ser confundida com o adulto, e enfatiza a necessidade de ela ser tratada e compreendida de fato como criança.

Agora, assinale a alternativa CORRETA:
A escola é uma instituição utilizada pela sociedade para oferecer, aos membros das novas gerações, as experiências de aprendizagem que lhes permitam incorporar-se a essa sociedade ativa e criticamente. A escola assim entendida, determina que a escolarização seja considerada
A pedagogia histórico-crítica se completa com a concepção dialética; as afinidades podem ser entendidas a partir da educação que se relacionando dialeticamente com a sociedade ocasiona uma condição determinada, na qual não deixa de influenciar o determinante, tornando-se um vetor da transformação social. Completando esta ideia, assinale a alternativa incorreta.
O livro de Coll, O construtivismo na sala de aula (1999), como o próprio nome indica, expõe a empregabilidade dos conceitos teóricos do construtivismo nas práticas educacionais. Defendendo o pressuposto de que o sujeito é ativo na construção de suas hipóteses acerca do objeto do conhecimento, os colaboradores da obra procuram demonstrar as vantagens do construtivismo sobre as outras formas de ensinar. No capítulo 4, por exemplo, Teresa Mauri discute a natureza ativa e construtiva do conhecimento. Segundo ela, “a aprendizagem, entendida como construção de conhecimento, pressupõe entender tanto sua dimensão como produto quanto sua dimensão como processo, isto é, o caminho pelo qual os alunos