Questões de Concurso
Filtrar
34 Questões de concurso encontradas
Página 1 de 7
Questões por página:
Questões por página:
Concurso:
Prefeitura de Navegantes - SC
Disciplina:
Filosofia
"Para os povos originários, a natureza não é um recurso a ser explorado, mas uma entidade com quem se mantém relações de reciprocidade sagrada. A devastação ambiental é, nessa perspectiva, não apenas um problema ecológico, mas uma ruptura ética e espiritual profunda." (Adaptado de KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. Companhia das Letras,2019.)
Um professor de Ensino Religioso propõe uma unidade temática sobre a relação entre espiritualidade e meio ambiente, articulando a cosmovisão indígena, descrita no texto, com outras tradições religiosas que também estabelecem vínculos sagrados com a natureza. Considerando os fundamentos do ER não confessional e os princípios de temas transversais contemporâneos, qual abordagem pedagógica é adequada para essa unidade?
Um professor de Ensino Religioso propõe uma unidade temática sobre a relação entre espiritualidade e meio ambiente, articulando a cosmovisão indígena, descrita no texto, com outras tradições religiosas que também estabelecem vínculos sagrados com a natureza. Considerando os fundamentos do ER não confessional e os princípios de temas transversais contemporâneos, qual abordagem pedagógica é adequada para essa unidade?
Disciplina:
Filosofia
Ao iniciar uma aula de filosofia com o tema Patrística, o professor escreve a seguinte frase no quadro: “Creio para entender”. Após escrever, ele sorteia cinco papéis para os estudantes com explicações sobre a frase. Com base em Agostinho de Hipona e na Patrística, qual das frases a seguir melhor explica a frase escrita pelo professor?
Concurso:
D - ProPNva Nacional Docente
Disciplina:
Filosofia
A hermenêutica interna a uma religião não pode tender a se igualar a uma fenomenologia universal do fenômeno religioso senão a favor de uma extensão segunda, regida por um procedimento de transferência analogizante, conduzida aproximativamente, a partir do lugar em que se está no início. Oponho esse procedimento ao da história comparada das religiões, que supõe ao menos idealmente adoção de um lugar fora de lugar, de um lugar de onde o sujeito epistemológico não interessado consideraria com um olho neutro e simplesmente curioso o campo disperso das crenças religiosas. Se certa descrição externa é acessível a esse olhar de parte alguma, a compreensão do que se trata, do que está em jogo, do Woraufhin, é inacessível. Não entrarei aqui nessa via de transferência agonizante e da compreensão aproximativa que esta última permite. Limitar-me-ei a fundar a sua simples possibilidade sobre a atitude de suspense fenomenológico praticado a respeito de minhas próprias convicções. Pedem-me então que eu pratique, em relação às religiões diferentes da minha, a mesma assunção imaginativa e simpática que peço aos meus ouvintes quando procede diante deles a hermenêutica da fé hebraica e cristã.
RICOEUR, P. Leituras 3: nas fronteiras da filosofia. São Paulo: Loyola,1996.
Conforme esse texto, ao promover um debate acerca da diversidade cultural religiosa em sala de aula, cabe ao professor de filosofia direcionar o debate para
RICOEUR, P. Leituras 3: nas fronteiras da filosofia. São Paulo: Loyola,1996.
Conforme esse texto, ao promover um debate acerca da diversidade cultural religiosa em sala de aula, cabe ao professor de filosofia direcionar o debate para
Concurso:
D - ProPNva Nacional Docente
Disciplina:
Filosofia
mostrar texto associado
Conduzindo um debate sobre o fundamentalismo religioso, um professor de filosofia observa que a realidade educacional da sociedade brasileira, registrada nesse texto, pode ser investigada criticamente pela Filosofia, em interdisciplinaridade com a História, na medida em que