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A religião é o lugar do deus absconditus (deus oculto). O deus absconditus é já o próprio mistério. Os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Religioso assim apresenta esta realidade.
Segundo Cairns (2008), qual foi a primeira heresia filosófica enfrentada pela igreja?
Em uma comunidade isolada, os habitantes desenvolveram uma crença única em um fenômeno natural que ocorre apenas em sua região. Eles atribuem a esse fenômeno um caráter sagrado e criaram rituais para honrá-lo. Julgue as seguintes afirmações:

(__) A fenomenologia aplicada à religião permite uma análise objetiva do conhecimento.
(__) O conceito religioso se aplica independentemente das experiências pré-determinadas em nossa mente.
(__) O ser humano busca na experiência com o divino repetir o processo que norteia sua existência.

Assinale a alternativa com a sequência, de cima para baixo, correta:
“Depois desta era Deus repousará como no sétimo dia, fazendo nele repousar aquele mesmo sétimo dia que seremos nós. Seria demasiado longo neste ponto examinar atentamente cada uma dessas eras; todavia, esta sétima será o nosso sábado, cujo fim não será o declínio, e sim o dia do Senhor, como que um oitavo dia da vida eterna, o qual foi consagrado na ressurreição de Cristo, prefigurando o repouso eterno do espírito e do corpo. Aí repousaremos e veremos, veremos e amaremos, amaremos e louvaremos. Isso será no fim, e não haverá fim! Que outra coisa é nosso fim, senão chegar ao reino que não tem fim?”
Fonte: Agostinho. A Cidade de Deus. In: Reali, G. & Antiseri, D. História da Filosofia – Patrística e Escolástica. Volume 2. São Paulo: Paulus, 2023.

Agostinho representa, indubitavelmente, o apogeu da Patrística. Suas obras e ideias apontam como os ideários apologistas do cristianismo conservaram as primeiras tradições hermenêuticas dos textos considerados sagrados, os entendimentos dogmáticos e a influência e adaptação da filosofia greco-platônica. Assinale a alternativa CORRETA sobre a Filosofia de Agostinho:
Leia o seguinte trecho escrito por Agostinho de Hipona (354-430):

“Do mesmo modo que [Deus] é criador de todas as naturezas, é dispensador de todo poder, não do querer, porque o mal querer não procede dele, visto ser contrário à natureza dele procedente.”
(AGOSTINHO, A Cidade de Deus (contra os pagãos), 2003, p. 203.)

Para Agostinho, não se deve atribuir a Deus a origem do mal, porque: