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O estudo do fenômeno religioso envolve diversas
abordagens: histórica, filosófica, psicológica e
sociológica. Historicamente, a religião é analisada como
um fenômeno ligado à organização social e à evolução
cultural. Filosoficamente, busca compreender a relação
do ser humano com o transcendente. Psicologicamente,
analisa a dimensão afetiva e emocional da crença,
enquanto sociologicamente, investiga o papel da religião
na coesão social, normas, valores e conflitos.
Compreender essas múltiplas dimensões é essencial para interpretar o impacto das tradições religiosas na vida humana ao longo do tempo. Com base nesse contexto, assinale a alternativa que descreve essas abordagens no estudo do fenômeno religioso:
Compreender essas múltiplas dimensões é essencial para interpretar o impacto das tradições religiosas na vida humana ao longo do tempo. Com base nesse contexto, assinale a alternativa que descreve essas abordagens no estudo do fenômeno religioso:
O fenômeno religioso, objeto central do Ensino Religioso
não confessional, é a dimensão profunda do ser humano
que busca sentido existencial (quem somos, bem/mal,
vida após a morte) através do sagrado, manifestando-se
nas culturas via religiões históricas, ritos e valores.
Sagrado e profano interligam-se: ações orientadas por
verdade, justiça e amor tocam o Incondicionado, dando
sentido à vida cotidiana. No ER não confessional, esse
fenômeno é estudado criticamente como riqueza e limite
humano, superando ambiguidades via diálogo
inter-religioso e pedagogia que integra teoria/prática.
Cada tradição religiosa e Filosofia de Vida oferecem
respostas distintas (Ressurreição, Reencarnação,
Ancestralidade, Nada), mas todas educam para
convivência, respeito às diferenças e plenitude vital,
articulando cultura, educação e transcendência.
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona elementos do fenômeno religioso com suas respectivas dimensões/manifestações:
Primeira coluna: elemento
1.Sagrado
2.Diálogo inter-religioso
3.Ritos de passagem
Segunda coluna: dimensão/manifestação
(__)Interligação entre profano e Incondicionado por verdade, justiça e amor.
(__)Compreensão do fenômeno via respeito às diferenças culturais.
(__)Respostas à vida além-morte (Ressurreição, Reencarnação, Ancestral, Nada).
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona elementos do fenômeno religioso com suas respectivas dimensões/manifestações:
Primeira coluna: elemento
1.Sagrado
2.Diálogo inter-religioso
3.Ritos de passagem
Segunda coluna: dimensão/manifestação
(__)Interligação entre profano e Incondicionado por verdade, justiça e amor.
(__)Compreensão do fenômeno via respeito às diferenças culturais.
(__)Respostas à vida além-morte (Ressurreição, Reencarnação, Ancestral, Nada).
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Informe verdadeiro (V) ou falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, marque a opção que apresenta a
sequência correta.
( ) A fé é a adesão pessoal do ser humano em sua totalidade a Deus que se revela em Jesus Cristo.
( ) A fé é provocada por Deus que revela a si próprio ao ser humano.
( ) O ato de fé não é auxiliado pela graça divina.
( ) A fé é certa por parte de Deus, mas obscura por parte do ser humano.
( ) A fé é a adesão pessoal do ser humano em sua totalidade a Deus que se revela em Jesus Cristo.
( ) A fé é provocada por Deus que revela a si próprio ao ser humano.
( ) O ato de fé não é auxiliado pela graça divina.
( ) A fé é certa por parte de Deus, mas obscura por parte do ser humano.
Concurso:
Prefeitura de Sobrado - PB
Disciplina:
Filosofia
Mircea Eliade, em sua obra “Tratado de
História das Religiões” (2008), dedica extensa
análise ao simbolismo vegetal e aos ritos de
renovação, demonstrando como as hierofanias
vegetais revelam uma estrutura coerente de
pensamento sobre a vida, a morte e a
regeneração periódica. Considerando os
fundamentos teórico-metodológicos apresentados
pelo autor, analise atentamente os excertos
extraídos da referida obra e, em seguida,
responda à questão.
“O que se designa por ‘cultos da vegetação’ é, portanto, mais complexo do que a denominação deixa transparecer. Através da vegetação, é a vida inteira, é a natureza que se regenera por múltiplos ritmos, que é ‘honrada’, promovida, solicitada. As forças vegetativas são uma epifania da vida cósmica. Na medida em que o homem está integrado nessa natureza e crê poder utilizar essa vida para os seus próprios fins, ele manipula os ‘sinais’ vegetais (o ‘Maio’, o ramo vernal, o casamento das árvores, etc.) ou venera-os (as ‘árvores sagradas’, etc.). Mas nunca houve uma ‘religião da vegetação’, um culto exclusivamente concentrado nas plantas ou nas árvores.” (p. 264- 265)
“O essencial nas festas da vegetação, tal como se conservaram nas tradições europeias, não é só a exposição cerimonial de uma árvore, mas também a bênção de um novo ano que começa... O aparecimento da vegetação inaugura um novo ciclo temporal; a vida vegetativa renasce em cada primavera, ‘recomeça’.” (p. 257)
“O que importa, insistamos, não é somente a manifestação da força vegetativa, mas o tempo em que ela se realiza. Não é só um acontecimento que tem lugar no espaço, mas também no tempo. Uma nova etapa começa: repete-se o ato inicial, mítico, da regeneração.” (p. 262)
“Em todos esses contos, o circuito homem-planta é dramático; dir-se-ia que a heroína se dissimula tomando a forma de uma árvore sempre que alguém põe termo à sua vida. Trata-se de um regresso provisório ao nível vegetal.” (p. 247)
Considerando a análise eliadiana da estrutura das hierofanias vegetais, dos ritos de renovação e das relações entre o homem e o mundo vegetal, assinale a alternativa que apresenta uma inferência correta e coerente com o pensamento do autor.
“O que se designa por ‘cultos da vegetação’ é, portanto, mais complexo do que a denominação deixa transparecer. Através da vegetação, é a vida inteira, é a natureza que se regenera por múltiplos ritmos, que é ‘honrada’, promovida, solicitada. As forças vegetativas são uma epifania da vida cósmica. Na medida em que o homem está integrado nessa natureza e crê poder utilizar essa vida para os seus próprios fins, ele manipula os ‘sinais’ vegetais (o ‘Maio’, o ramo vernal, o casamento das árvores, etc.) ou venera-os (as ‘árvores sagradas’, etc.). Mas nunca houve uma ‘religião da vegetação’, um culto exclusivamente concentrado nas plantas ou nas árvores.” (p. 264- 265)
“O essencial nas festas da vegetação, tal como se conservaram nas tradições europeias, não é só a exposição cerimonial de uma árvore, mas também a bênção de um novo ano que começa... O aparecimento da vegetação inaugura um novo ciclo temporal; a vida vegetativa renasce em cada primavera, ‘recomeça’.” (p. 257)
“O que importa, insistamos, não é somente a manifestação da força vegetativa, mas o tempo em que ela se realiza. Não é só um acontecimento que tem lugar no espaço, mas também no tempo. Uma nova etapa começa: repete-se o ato inicial, mítico, da regeneração.” (p. 262)
“Em todos esses contos, o circuito homem-planta é dramático; dir-se-ia que a heroína se dissimula tomando a forma de uma árvore sempre que alguém põe termo à sua vida. Trata-se de um regresso provisório ao nível vegetal.” (p. 247)
Considerando a análise eliadiana da estrutura das hierofanias vegetais, dos ritos de renovação e das relações entre o homem e o mundo vegetal, assinale a alternativa que apresenta uma inferência correta e coerente com o pensamento do autor.
Concurso:
Prefeitura de Sobrado - PB
Disciplina:
Filosofia
Mircea Eliade, em sua obra “Tratado de
História das Religiões” (1949), propõe uma
abordagem morfológica e fenomenológica do
sagrado, dedicando especial atenção às
hierofanias celestes e à sua progressiva
substituição por outras formas religiosas mais
dinâmicas e acessíveis à experiência humana.
Considerando os fundamentos teórico-metodológicos apresentados pelo autor, analise
atentamente os excertos extraídos da referida
obra e, em seguida, responda à questão.
“O Céu em si-mesmo, considerado como abóbada sideral e região atmosférica, é rico em valores mítico-religiosos. O ‘alto’, o ‘elevado’, o espaço infinito são hierofanias do ‘transcendente’, do sagrado por excelência... Mas não podemos reduzir os seres supremos a uma hierofania uraniana, pois eles ultrapassam tal condição: são ‘criadores’, ‘bons’, ‘eternos’ (‘velhos’), fundadores de instituições e guardiães das normas — atributos que só em parte podem ser explicados pelas hierofanias celestes.” (p. 98).
“Uma vez feita esta reserva — que é importante — podemos destrinçar na história dos seres supremos e das divindades celestes um fenômeno no mais alto grau revelador para a experiência religiosa da humanidade: é que estas figuras divinas têm tendência a desaparecer do culto. Em parte nenhuma desempenham um papel predominante, foram afastadas e substituídas por outras forças religiosas: culto dos antepassados, espíritos e deuses da natureza, demônios da fecundidade, grandes deuses, etc. É notável que esta substituição se faça sempre em proveito de uma força religiosa ou de uma divindade mais concreta, mais dinâmica, mais fértil (por exemplo, o Sol, a Grande Mãe, o Deus Macho, etc.). O vencedor é sempre o representante ou o distribuidor da fecundidade: ou seja, em última análise, o representante ou o distribuidor da vida.” (p. 99).
“O fenômeno da solarização do ser supremo uraniano é bastante freqüente na África. Toda uma série de povos africanos dá ao ‘ser supremo’ o nome de ‘Sol’... A solarização progressiva das divindades celestes corresponde ao mesmo processo de erosão que conduziu, em outros contextos, à transformação destas divindades celestes em deuses atmosférico-fecundadores.” (p. 107).
Considerando a análise eliadiana da estrutura e do destino histórico das divindades celestes, bem como o fenômeno de sua substituição por figuras divinas mais dinâmicas e ligadas à fecundidade, assinale a alternativa que apresenta uma inferência correta e coerente com o pensamento do autor.
“O Céu em si-mesmo, considerado como abóbada sideral e região atmosférica, é rico em valores mítico-religiosos. O ‘alto’, o ‘elevado’, o espaço infinito são hierofanias do ‘transcendente’, do sagrado por excelência... Mas não podemos reduzir os seres supremos a uma hierofania uraniana, pois eles ultrapassam tal condição: são ‘criadores’, ‘bons’, ‘eternos’ (‘velhos’), fundadores de instituições e guardiães das normas — atributos que só em parte podem ser explicados pelas hierofanias celestes.” (p. 98).
“Uma vez feita esta reserva — que é importante — podemos destrinçar na história dos seres supremos e das divindades celestes um fenômeno no mais alto grau revelador para a experiência religiosa da humanidade: é que estas figuras divinas têm tendência a desaparecer do culto. Em parte nenhuma desempenham um papel predominante, foram afastadas e substituídas por outras forças religiosas: culto dos antepassados, espíritos e deuses da natureza, demônios da fecundidade, grandes deuses, etc. É notável que esta substituição se faça sempre em proveito de uma força religiosa ou de uma divindade mais concreta, mais dinâmica, mais fértil (por exemplo, o Sol, a Grande Mãe, o Deus Macho, etc.). O vencedor é sempre o representante ou o distribuidor da fecundidade: ou seja, em última análise, o representante ou o distribuidor da vida.” (p. 99).
“O fenômeno da solarização do ser supremo uraniano é bastante freqüente na África. Toda uma série de povos africanos dá ao ‘ser supremo’ o nome de ‘Sol’... A solarização progressiva das divindades celestes corresponde ao mesmo processo de erosão que conduziu, em outros contextos, à transformação destas divindades celestes em deuses atmosférico-fecundadores.” (p. 107).
Considerando a análise eliadiana da estrutura e do destino histórico das divindades celestes, bem como o fenômeno de sua substituição por figuras divinas mais dinâmicas e ligadas à fecundidade, assinale a alternativa que apresenta uma inferência correta e coerente com o pensamento do autor.